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Tudo o que precisas de saber sobre a nova temporada de “Orphan Black”

O site do cana Space disponibilizou um artigo com todas as informações necessárias para a terceira temporada de Orphan Black. Podes ler em baixo o artigo traduzido:

Estivemos pacientemente (ok, impacientemente) à espera disto: a terceira temporada de Orphan Black estreia, na Space, CTV, Bravo, e MTV às 9h do dia 18 de abril. Já temos a data e a hora marcadas nos nossos calendários. Alguns de nós podem até ter definido um alarme. (Não citando nomes nem nada.) Temos analisado todas as pequenas informações reveladas pelo co-criador da série John Fawcett e vimos o vídeo “Calling All Clones” assim como o resto dos teasers que têm saído durante as última semanas … mais do que uma vez.

O que tu queres, porém, são algumas pistas sobre como será o primeiro e novo episódio após as muitas perguntas por responder que o Clone Clube nos deixou no final da segunda temporada. Questões como: com quem está Helena? O que se passa realmente com com a Cosima? Como estará o olho/lobo frontal da Rachel? A Delphine foi-se para sempre? Já é 18 de abril? E, claro, o que se passa com os clones Castor masculinos? Eles parecem … hostis.

Aqui está o que eu aprendi com a sinopse do episódio que acaba de ser lançado:

“Na estréia da 3ª temporada de Orphan Black, Sarah luta para localizar Helena, e deve repelir um investigador letal da misteriosa corporação sombra Topside, que ameaça a vida das irmãs Leda. Enquanto isso, Cosima parece estar a recuperar, enquanto Alison e Donnie enfrentam problemas financeiros recém-descobertos. Quando a ameaça de Castor parece reaparecer, Sarah e toda a sua família precisam de se unir para sobreviver. ”

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Bruna Pias | Março 12, 2015 | Artigos, Orphan Black | 2 comentários em Tudo o que precisas de saber sobre a nova temporada de “Orphan Black”

Yahoo – “The 99 Greatest TV Characters”

Alison Hendrix, um dos clones de “Orphan Black” interpretado pela Tatiana Maslany, aparece na lista da Yahoo, The 99 Greatest TV Characters, em 68º lugar.

Não é fácil te destacares numa série de televisão quando todos são parecidos contigo… porque és um clone. No entanto, a Alison faz exactamente isso. Ela é carinhosamente controladora, ferozmente protetora e leal com a sua família, as suas irmãs e o seu melhor amigo Felix. Alison é assustadoramente competente: ela consegue usar uma pistola de cola assim como um revolver, limpar o que os filhos sujam e limpar depois de um homícidio. Existe um oceano apaixonado a borbulhar por baixo daquela casa suburbana: ai de quem cruza o seu caminho e desencadeia uma onda.

fonte

Juliana Maia | Março 6, 2015 | Artigos, Orphan Black | 2 comentários em Yahoo – “The 99 Greatest TV Characters”

Tatiana diz que “nenhum clone está salvo” em entrevista com a EW

A Tatiana fala da nova temporada de Orphan Black com a rádio Entertainment Weekly (www.EW.com)

A mulher que mais trabalha no mundo da televisão não parece ter uma pausa. Isto é o que acontece quando interpretas mais de cinco personagens no mesmo programa de televisão. Mas para Tatiana Maslany, esta tem sido a sua rotina. A Entertainment Weekly  radio (SiriusXM) sentou-se com Maslany (rapidamente!) no set de Orphan Black em Toronto no principio da semana (de manhã mesmo depois dela ter ganho o prémio de melhor atriz principal de uma série de drama nos Canadian Screen Awards) para obter algumas opiniões do que serão para ela as suas personagens e os fãs, já que estamos próximos da terceira temporada da série.

EW: Estamos sentados aqui no set enquanto estás a filmar o final da temporada 3. Lembro-me no final da 1 ª temporada que eles apertaram muito contigo. Alguns poderão até dizer em demasia. Depois, facilitaram um pouco, mas no final da 2ª temporada fizeste uma cena de quatro clones a dançar, o que foi novamente uma loucura. Então, como estás a aguentar, agora?

TATIANA Maslany: Eu estou bem, não dormi muito a noite passada porque estávamos nos CSA, mas depois de um tempo acho que os meus músculos ficaram mais fortes em termos de saber quando dormir. E eu estou sem qualquer acesso a cafeína, de modo que isso me ajuda muito, porque não tenho tantos daqueles picos loucos ou palpitações cardíacas. E agora temos uma distribuição mais agradável, no que toca a histórias – a história do Ari tem tomado um pouco do plot e também a de outros personagens que temos vindo a amar ao longo das temporadas têm realmente sido capazes de intensificar e tomar uma posição maior na série. O enredo [de Donnie] é maior e o Felix está a fazer muito mais coisas e a [Sra ‘] S expandiu-se realmente de uma forma muito entusiasmante, então acho que dá para nivelar um pouco as coisas.

EW: Mencionaste o Ari Millen, que é responsável pelos clones do sexo masculino no Projeto Castor. Eu sei que ele viu a cena de dança dos clones o ano passado e que lhe deste alguns conselhos sobre como gerenciar tantas personagens diferentes. Quando ele de facto se empenhou na experiência, como correu?

TATIANA: Eu vi a primeira cena clone que ele fez antes da maioria das pessoas – era apenas um corte brusco. E mesmo num corte brusco fiquei tão impressionada com a forma como ele estava nessas cenas e o quanto ele deixou que se desenrolasse como uma cena normal e não de forma a que parecesse estar a olhar para si mesmo. Ele tinha um à vontade que eu fiquei realmente impressionada com isso e meia chocada pelo facto de ele ter estado tão à vontade na sua primeira vez.

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Bruna Pias | Março 6, 2015 | Artigos, Entrevistas, Orphan Black, Tatiana Maslany | 4 comentários em Tatiana diz que “nenhum clone está salvo” em entrevista com a EW

Tatiana Maslany na capa do mês de Abril da revista Flare!

Aqui fica a tradução do artigo que acompanha a revista Flare de abril com a Tatiana!

Tatiana Maslany, a fantástica, estrela que muda de forma em Orphan Black, é uma das atrizes mais versáteis da sua geração. (Interpretando oito personagens na série!) Rachel Heinrichs fala com a mulher por trás das muitas máscaras:

No episódio piloto da série canadense Orphan Black, uma ladra de rua num casaco de cabedal e botas de combate encontra-se numa plataforma da estação de comboios. Esta vê uma outra mulher num puxo de bailarina e vestido imponente que chora. Quando se aproxima, a que chora põe-se de cócoras, dobra o blazer e lentamente vira-se para encarar quem a olha. Elas são idênticas, embora uma apresente um ar duro, a outra encontra-se totalmente sem esperança. Esta fração de segundo de reconhecimento termina quando a senhora triste atira-se para a frente do comboio. Ambas as personagens são interpretadas pela hipnotizante jovem de 29, anos Tatiana Maslany, que, ao longo de duas temporadas (a terceira temporada a estrear dia 18 de abril), desempenha outras seis clones geneticamente geradas por uma corporação sinistra que as distribui por diferentes ambientes como uma experiência de natureza versus criação.

A mulher de rua é Sarah, uma inglesa com sotaque cockney e também uma vigarista que mente ou seduz de forma a sair de qualquer situação; a suicida é Beth, uma policia de Toronto, com problemas de depressão. Então há também Cosima, uma estudante gay de Berkeley; Rachel, uma fria executiva britânica; Katja, uma espécie de espia alemã; Allison, uma mamã do futebol suburbano; Helena, uma ucraniana psico-killer animalesca; e, por fim, Tony, um transexual ex-presidiário com uma barbicha. Se tudo isto não soa maluco o suficiente, Maslany também interpreta frequentemente um clone que finge ser outro. (“Fazer de Sarah a fazer de Cosima é um autentico nó no cérebro”, diz ela.) E, por meios digitais e efeitos especiais, ela dramatiza com si mesma em muitas cenas em que os clones falam, planeiam e se ligam. Ainda mais impressionante é a profundidade que Maslany traz a cada personagem. Os seus clones são heroínas de um desenho animado de ficção científica / fantasia (hey, Buffy) ou estereótipos amplos, embora pudessem ser facilmente: a mãe de futebol, uma chefe parva ou uma lésbica hippie. Todas as oito têm vida interior e contradições; todas as oito são mulheres completamente credíveis. O seu desempenho prodigioso transformou a produção de Toronto, o que não deve ser entendido como um produto sci-fi canon para adolescentes, numa das séries mais descontroladamente divertidas e feministas na televisão. Pensa em sucessos atuais como How to Get Away With Murder, The Good Wife e Girls, que são rotineiramente elogiados pelas suas ligações femenistas complexas, em seguida, multiplica esses personagens por oito, e entendes então a conquista feita pela série e por Maslany.

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Bruna Pias | Março 2, 2015 | Artigos, Entrevistas, Tatiana Maslany | comentários

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Tudo o que precisas de saber sobre a nova temporada de “Orphan Black”

O site do cana Space disponibilizou um artigo com todas as informações necessárias para a terceira temporada de Orphan Black. Podes ler em baixo o artigo traduzido:

Estivemos pacientemente (ok, impacientemente) à espera disto: a terceira temporada de Orphan Black estreia, na Space, CTV, Bravo, e MTV às 9h do dia 18 de abril. Já temos a data e a hora marcadas nos nossos calendários. Alguns de nós podem até ter definido um alarme. (Não citando nomes nem nada.) Temos analisado todas as pequenas informações reveladas pelo co-criador da série John Fawcett e vimos o vídeo “Calling All Clones” assim como o resto dos teasers que têm saído durante as última semanas … mais do que uma vez.

O que tu queres, porém, são algumas pistas sobre como será o primeiro e novo episódio após as muitas perguntas por responder que o Clone Clube nos deixou no final da segunda temporada. Questões como: com quem está Helena? O que se passa realmente com com a Cosima? Como estará o olho/lobo frontal da Rachel? A Delphine foi-se para sempre? Já é 18 de abril? E, claro, o que se passa com os clones Castor masculinos? Eles parecem … hostis.

Aqui está o que eu aprendi com a sinopse do episódio que acaba de ser lançado:

“Na estréia da 3ª temporada de Orphan Black, Sarah luta para localizar Helena, e deve repelir um investigador letal da misteriosa corporação sombra Topside, que ameaça a vida das irmãs Leda. Enquanto isso, Cosima parece estar a recuperar, enquanto Alison e Donnie enfrentam problemas financeiros recém-descobertos. Quando a ameaça de Castor parece reaparecer, Sarah e toda a sua família precisam de se unir para sobreviver. ”

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Bruna Pias | Março 12, 2015 | Artigos, Orphan Black | 2 comentários em Tudo o que precisas de saber sobre a nova temporada de “Orphan Black”

Yahoo – “The 99 Greatest TV Characters”

Alison Hendrix, um dos clones de “Orphan Black” interpretado pela Tatiana Maslany, aparece na lista da Yahoo, The 99 Greatest TV Characters, em 68º lugar.

Não é fácil te destacares numa série de televisão quando todos são parecidos contigo… porque és um clone. No entanto, a Alison faz exactamente isso. Ela é carinhosamente controladora, ferozmente protetora e leal com a sua família, as suas irmãs e o seu melhor amigo Felix. Alison é assustadoramente competente: ela consegue usar uma pistola de cola assim como um revolver, limpar o que os filhos sujam e limpar depois de um homícidio. Existe um oceano apaixonado a borbulhar por baixo daquela casa suburbana: ai de quem cruza o seu caminho e desencadeia uma onda.

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Juliana Maia | Março 6, 2015 | Artigos, Orphan Black | 2 comentários em Yahoo – “The 99 Greatest TV Characters”

Tatiana diz que “nenhum clone está salvo” em entrevista com a EW

A Tatiana fala da nova temporada de Orphan Black com a rádio Entertainment Weekly (www.EW.com)

A mulher que mais trabalha no mundo da televisão não parece ter uma pausa. Isto é o que acontece quando interpretas mais de cinco personagens no mesmo programa de televisão. Mas para Tatiana Maslany, esta tem sido a sua rotina. A Entertainment Weekly  radio (SiriusXM) sentou-se com Maslany (rapidamente!) no set de Orphan Black em Toronto no principio da semana (de manhã mesmo depois dela ter ganho o prémio de melhor atriz principal de uma série de drama nos Canadian Screen Awards) para obter algumas opiniões do que serão para ela as suas personagens e os fãs, já que estamos próximos da terceira temporada da série.

EW: Estamos sentados aqui no set enquanto estás a filmar o final da temporada 3. Lembro-me no final da 1 ª temporada que eles apertaram muito contigo. Alguns poderão até dizer em demasia. Depois, facilitaram um pouco, mas no final da 2ª temporada fizeste uma cena de quatro clones a dançar, o que foi novamente uma loucura. Então, como estás a aguentar, agora?

TATIANA Maslany: Eu estou bem, não dormi muito a noite passada porque estávamos nos CSA, mas depois de um tempo acho que os meus músculos ficaram mais fortes em termos de saber quando dormir. E eu estou sem qualquer acesso a cafeína, de modo que isso me ajuda muito, porque não tenho tantos daqueles picos loucos ou palpitações cardíacas. E agora temos uma distribuição mais agradável, no que toca a histórias – a história do Ari tem tomado um pouco do plot e também a de outros personagens que temos vindo a amar ao longo das temporadas têm realmente sido capazes de intensificar e tomar uma posição maior na série. O enredo [de Donnie] é maior e o Felix está a fazer muito mais coisas e a [Sra ‘] S expandiu-se realmente de uma forma muito entusiasmante, então acho que dá para nivelar um pouco as coisas.

EW: Mencionaste o Ari Millen, que é responsável pelos clones do sexo masculino no Projeto Castor. Eu sei que ele viu a cena de dança dos clones o ano passado e que lhe deste alguns conselhos sobre como gerenciar tantas personagens diferentes. Quando ele de facto se empenhou na experiência, como correu?

TATIANA: Eu vi a primeira cena clone que ele fez antes da maioria das pessoas – era apenas um corte brusco. E mesmo num corte brusco fiquei tão impressionada com a forma como ele estava nessas cenas e o quanto ele deixou que se desenrolasse como uma cena normal e não de forma a que parecesse estar a olhar para si mesmo. Ele tinha um à vontade que eu fiquei realmente impressionada com isso e meia chocada pelo facto de ele ter estado tão à vontade na sua primeira vez.

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Bruna Pias | Março 6, 2015 | Artigos, Entrevistas, Orphan Black, Tatiana Maslany | 4 comentários em Tatiana diz que “nenhum clone está salvo” em entrevista com a EW

Tatiana Maslany na capa do mês de Abril da revista Flare!

Aqui fica a tradução do artigo que acompanha a revista Flare de abril com a Tatiana!

Tatiana Maslany, a fantástica, estrela que muda de forma em Orphan Black, é uma das atrizes mais versáteis da sua geração. (Interpretando oito personagens na série!) Rachel Heinrichs fala com a mulher por trás das muitas máscaras:

No episódio piloto da série canadense Orphan Black, uma ladra de rua num casaco de cabedal e botas de combate encontra-se numa plataforma da estação de comboios. Esta vê uma outra mulher num puxo de bailarina e vestido imponente que chora. Quando se aproxima, a que chora põe-se de cócoras, dobra o blazer e lentamente vira-se para encarar quem a olha. Elas são idênticas, embora uma apresente um ar duro, a outra encontra-se totalmente sem esperança. Esta fração de segundo de reconhecimento termina quando a senhora triste atira-se para a frente do comboio. Ambas as personagens são interpretadas pela hipnotizante jovem de 29, anos Tatiana Maslany, que, ao longo de duas temporadas (a terceira temporada a estrear dia 18 de abril), desempenha outras seis clones geneticamente geradas por uma corporação sinistra que as distribui por diferentes ambientes como uma experiência de natureza versus criação.

A mulher de rua é Sarah, uma inglesa com sotaque cockney e também uma vigarista que mente ou seduz de forma a sair de qualquer situação; a suicida é Beth, uma policia de Toronto, com problemas de depressão. Então há também Cosima, uma estudante gay de Berkeley; Rachel, uma fria executiva britânica; Katja, uma espécie de espia alemã; Allison, uma mamã do futebol suburbano; Helena, uma ucraniana psico-killer animalesca; e, por fim, Tony, um transexual ex-presidiário com uma barbicha. Se tudo isto não soa maluco o suficiente, Maslany também interpreta frequentemente um clone que finge ser outro. (“Fazer de Sarah a fazer de Cosima é um autentico nó no cérebro”, diz ela.) E, por meios digitais e efeitos especiais, ela dramatiza com si mesma em muitas cenas em que os clones falam, planeiam e se ligam. Ainda mais impressionante é a profundidade que Maslany traz a cada personagem. Os seus clones são heroínas de um desenho animado de ficção científica / fantasia (hey, Buffy) ou estereótipos amplos, embora pudessem ser facilmente: a mãe de futebol, uma chefe parva ou uma lésbica hippie. Todas as oito têm vida interior e contradições; todas as oito são mulheres completamente credíveis. O seu desempenho prodigioso transformou a produção de Toronto, o que não deve ser entendido como um produto sci-fi canon para adolescentes, numa das séries mais descontroladamente divertidas e feministas na televisão. Pensa em sucessos atuais como How to Get Away With Murder, The Good Wife e Girls, que são rotineiramente elogiados pelas suas ligações femenistas complexas, em seguida, multiplica esses personagens por oito, e entendes então a conquista feita pela série e por Maslany.

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Bruna Pias | Março 2, 2015 | Artigos, Entrevistas, Tatiana Maslany | comentários

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