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Tatiana diz que “nenhum clone está salvo” em entrevista com a EW

A Tatiana fala da nova temporada de Orphan Black com a rádio Entertainment Weekly (www.EW.com)

A mulher que mais trabalha no mundo da televisão não parece ter uma pausa. Isto é o que acontece quando interpretas mais de cinco personagens no mesmo programa de televisão. Mas para Tatiana Maslany, esta tem sido a sua rotina. A Entertainment Weekly  radio (SiriusXM) sentou-se com Maslany (rapidamente!) no set de Orphan Black em Toronto no principio da semana (de manhã mesmo depois dela ter ganho o prémio de melhor atriz principal de uma série de drama nos Canadian Screen Awards) para obter algumas opiniões do que serão para ela as suas personagens e os fãs, já que estamos próximos da terceira temporada da série.

EW: Estamos sentados aqui no set enquanto estás a filmar o final da temporada 3. Lembro-me no final da 1 ª temporada que eles apertaram muito contigo. Alguns poderão até dizer em demasia. Depois, facilitaram um pouco, mas no final da 2ª temporada fizeste uma cena de quatro clones a dançar, o que foi novamente uma loucura. Então, como estás a aguentar, agora?

TATIANA Maslany: Eu estou bem, não dormi muito a noite passada porque estávamos nos CSA, mas depois de um tempo acho que os meus músculos ficaram mais fortes em termos de saber quando dormir. E eu estou sem qualquer acesso a cafeína, de modo que isso me ajuda muito, porque não tenho tantos daqueles picos loucos ou palpitações cardíacas. E agora temos uma distribuição mais agradável, no que toca a histórias – a história do Ari tem tomado um pouco do plot e também a de outros personagens que temos vindo a amar ao longo das temporadas têm realmente sido capazes de intensificar e tomar uma posição maior na série. O enredo [de Donnie] é maior e o Felix está a fazer muito mais coisas e a [Sra ‘] S expandiu-se realmente de uma forma muito entusiasmante, então acho que dá para nivelar um pouco as coisas.

EW: Mencionaste o Ari Millen, que é responsável pelos clones do sexo masculino no Projeto Castor. Eu sei que ele viu a cena de dança dos clones o ano passado e que lhe deste alguns conselhos sobre como gerenciar tantas personagens diferentes. Quando ele de facto se empenhou na experiência, como correu?

TATIANA: Eu vi a primeira cena clone que ele fez antes da maioria das pessoas – era apenas um corte brusco. E mesmo num corte brusco fiquei tão impressionada com a forma como ele estava nessas cenas e o quanto ele deixou que se desenrolasse como uma cena normal e não de forma a que parecesse estar a olhar para si mesmo. Ele tinha um à vontade que eu fiquei realmente impressionada com isso e meia chocada pelo facto de ele ter estado tão à vontade na sua primeira vez.

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Bruna Pias | Março 6, 2015 | Artigos, Entrevistas, Orphan Black, Tatiana Maslany | 4 comentários em Tatiana diz que “nenhum clone está salvo” em entrevista com a EW

Tatiana Maslany na capa do mês de Abril da revista Flare!

Aqui fica a tradução do artigo que acompanha a revista Flare de abril com a Tatiana!

Tatiana Maslany, a fantástica, estrela que muda de forma em Orphan Black, é uma das atrizes mais versáteis da sua geração. (Interpretando oito personagens na série!) Rachel Heinrichs fala com a mulher por trás das muitas máscaras:

No episódio piloto da série canadense Orphan Black, uma ladra de rua num casaco de cabedal e botas de combate encontra-se numa plataforma da estação de comboios. Esta vê uma outra mulher num puxo de bailarina e vestido imponente que chora. Quando se aproxima, a que chora põe-se de cócoras, dobra o blazer e lentamente vira-se para encarar quem a olha. Elas são idênticas, embora uma apresente um ar duro, a outra encontra-se totalmente sem esperança. Esta fração de segundo de reconhecimento termina quando a senhora triste atira-se para a frente do comboio. Ambas as personagens são interpretadas pela hipnotizante jovem de 29, anos Tatiana Maslany, que, ao longo de duas temporadas (a terceira temporada a estrear dia 18 de abril), desempenha outras seis clones geneticamente geradas por uma corporação sinistra que as distribui por diferentes ambientes como uma experiência de natureza versus criação.

A mulher de rua é Sarah, uma inglesa com sotaque cockney e também uma vigarista que mente ou seduz de forma a sair de qualquer situação; a suicida é Beth, uma policia de Toronto, com problemas de depressão. Então há também Cosima, uma estudante gay de Berkeley; Rachel, uma fria executiva britânica; Katja, uma espécie de espia alemã; Allison, uma mamã do futebol suburbano; Helena, uma ucraniana psico-killer animalesca; e, por fim, Tony, um transexual ex-presidiário com uma barbicha. Se tudo isto não soa maluco o suficiente, Maslany também interpreta frequentemente um clone que finge ser outro. (“Fazer de Sarah a fazer de Cosima é um autentico nó no cérebro”, diz ela.) E, por meios digitais e efeitos especiais, ela dramatiza com si mesma em muitas cenas em que os clones falam, planeiam e se ligam. Ainda mais impressionante é a profundidade que Maslany traz a cada personagem. Os seus clones são heroínas de um desenho animado de ficção científica / fantasia (hey, Buffy) ou estereótipos amplos, embora pudessem ser facilmente: a mãe de futebol, uma chefe parva ou uma lésbica hippie. Todas as oito têm vida interior e contradições; todas as oito são mulheres completamente credíveis. O seu desempenho prodigioso transformou a produção de Toronto, o que não deve ser entendido como um produto sci-fi canon para adolescentes, numa das séries mais descontroladamente divertidas e feministas na televisão. Pensa em sucessos atuais como How to Get Away With Murder, The Good Wife e Girls, que são rotineiramente elogiados pelas suas ligações femenistas complexas, em seguida, multiplica esses personagens por oito, e entendes então a conquista feita pela série e por Maslany.

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Bruna Pias | Março 2, 2015 | Artigos, Entrevistas, Tatiana Maslany | comentários

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Tatiana diz que “nenhum clone está salvo” em entrevista com a EW

A Tatiana fala da nova temporada de Orphan Black com a rádio Entertainment Weekly (www.EW.com)

A mulher que mais trabalha no mundo da televisão não parece ter uma pausa. Isto é o que acontece quando interpretas mais de cinco personagens no mesmo programa de televisão. Mas para Tatiana Maslany, esta tem sido a sua rotina. A Entertainment Weekly  radio (SiriusXM) sentou-se com Maslany (rapidamente!) no set de Orphan Black em Toronto no principio da semana (de manhã mesmo depois dela ter ganho o prémio de melhor atriz principal de uma série de drama nos Canadian Screen Awards) para obter algumas opiniões do que serão para ela as suas personagens e os fãs, já que estamos próximos da terceira temporada da série.

EW: Estamos sentados aqui no set enquanto estás a filmar o final da temporada 3. Lembro-me no final da 1 ª temporada que eles apertaram muito contigo. Alguns poderão até dizer em demasia. Depois, facilitaram um pouco, mas no final da 2ª temporada fizeste uma cena de quatro clones a dançar, o que foi novamente uma loucura. Então, como estás a aguentar, agora?

TATIANA Maslany: Eu estou bem, não dormi muito a noite passada porque estávamos nos CSA, mas depois de um tempo acho que os meus músculos ficaram mais fortes em termos de saber quando dormir. E eu estou sem qualquer acesso a cafeína, de modo que isso me ajuda muito, porque não tenho tantos daqueles picos loucos ou palpitações cardíacas. E agora temos uma distribuição mais agradável, no que toca a histórias – a história do Ari tem tomado um pouco do plot e também a de outros personagens que temos vindo a amar ao longo das temporadas têm realmente sido capazes de intensificar e tomar uma posição maior na série. O enredo [de Donnie] é maior e o Felix está a fazer muito mais coisas e a [Sra ‘] S expandiu-se realmente de uma forma muito entusiasmante, então acho que dá para nivelar um pouco as coisas.

EW: Mencionaste o Ari Millen, que é responsável pelos clones do sexo masculino no Projeto Castor. Eu sei que ele viu a cena de dança dos clones o ano passado e que lhe deste alguns conselhos sobre como gerenciar tantas personagens diferentes. Quando ele de facto se empenhou na experiência, como correu?

TATIANA: Eu vi a primeira cena clone que ele fez antes da maioria das pessoas – era apenas um corte brusco. E mesmo num corte brusco fiquei tão impressionada com a forma como ele estava nessas cenas e o quanto ele deixou que se desenrolasse como uma cena normal e não de forma a que parecesse estar a olhar para si mesmo. Ele tinha um à vontade que eu fiquei realmente impressionada com isso e meia chocada pelo facto de ele ter estado tão à vontade na sua primeira vez.

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Bruna Pias | Março 6, 2015 | Artigos, Entrevistas, Orphan Black, Tatiana Maslany | 4 comentários em Tatiana diz que “nenhum clone está salvo” em entrevista com a EW

Tatiana Maslany na capa do mês de Abril da revista Flare!

Aqui fica a tradução do artigo que acompanha a revista Flare de abril com a Tatiana!

Tatiana Maslany, a fantástica, estrela que muda de forma em Orphan Black, é uma das atrizes mais versáteis da sua geração. (Interpretando oito personagens na série!) Rachel Heinrichs fala com a mulher por trás das muitas máscaras:

No episódio piloto da série canadense Orphan Black, uma ladra de rua num casaco de cabedal e botas de combate encontra-se numa plataforma da estação de comboios. Esta vê uma outra mulher num puxo de bailarina e vestido imponente que chora. Quando se aproxima, a que chora põe-se de cócoras, dobra o blazer e lentamente vira-se para encarar quem a olha. Elas são idênticas, embora uma apresente um ar duro, a outra encontra-se totalmente sem esperança. Esta fração de segundo de reconhecimento termina quando a senhora triste atira-se para a frente do comboio. Ambas as personagens são interpretadas pela hipnotizante jovem de 29, anos Tatiana Maslany, que, ao longo de duas temporadas (a terceira temporada a estrear dia 18 de abril), desempenha outras seis clones geneticamente geradas por uma corporação sinistra que as distribui por diferentes ambientes como uma experiência de natureza versus criação.

A mulher de rua é Sarah, uma inglesa com sotaque cockney e também uma vigarista que mente ou seduz de forma a sair de qualquer situação; a suicida é Beth, uma policia de Toronto, com problemas de depressão. Então há também Cosima, uma estudante gay de Berkeley; Rachel, uma fria executiva britânica; Katja, uma espécie de espia alemã; Allison, uma mamã do futebol suburbano; Helena, uma ucraniana psico-killer animalesca; e, por fim, Tony, um transexual ex-presidiário com uma barbicha. Se tudo isto não soa maluco o suficiente, Maslany também interpreta frequentemente um clone que finge ser outro. (“Fazer de Sarah a fazer de Cosima é um autentico nó no cérebro”, diz ela.) E, por meios digitais e efeitos especiais, ela dramatiza com si mesma em muitas cenas em que os clones falam, planeiam e se ligam. Ainda mais impressionante é a profundidade que Maslany traz a cada personagem. Os seus clones são heroínas de um desenho animado de ficção científica / fantasia (hey, Buffy) ou estereótipos amplos, embora pudessem ser facilmente: a mãe de futebol, uma chefe parva ou uma lésbica hippie. Todas as oito têm vida interior e contradições; todas as oito são mulheres completamente credíveis. O seu desempenho prodigioso transformou a produção de Toronto, o que não deve ser entendido como um produto sci-fi canon para adolescentes, numa das séries mais descontroladamente divertidas e feministas na televisão. Pensa em sucessos atuais como How to Get Away With Murder, The Good Wife e Girls, que são rotineiramente elogiados pelas suas ligações femenistas complexas, em seguida, multiplica esses personagens por oito, e entendes então a conquista feita pela série e por Maslany.

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Bruna Pias | Março 2, 2015 | Artigos, Entrevistas, Tatiana Maslany | comentários

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