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Tatiana Maslany e Matthew Rhys comentam nomeações para os Emmy, representação e últimas temporadas

Chamem-lhes os mestres do disfarce do pequeno ecrã. Tatiana Maslany interpretou pelo menos 11 personagens únicas no thriller de ficção científica “Orphan Black”, e Matthew Rhys representou uma dúzia de identidades alternativas enquanto Philip Jennings, espião disfarçado da KGB (acrónimo russo para Comité de Segurança do Estado), na série “The Americans”. E, no entanto, apesar da aclamação por parte dos críticos em relação ao trabalho de ambos desde o princípio, os eleitores dos Emmy demoraram algum tempo a decidir-se. Maslany teve a sua primeira nomeação no ano passado, na terceira temporada, enquanto que Rhys apareceu finalmente este ano, na sua quarta temporada. A Variety entrevistou a atriz canadense e o ator galês por telefone, enquanto ela estava em Praga e ele em Brooklyn. Juntos refletiram no que é representar papéis dentro de outros papéis, na preparação para as últimas temporadas de ambos, e no facto de terem sido desprezados nos prémios televisivos.

Parabéns pelas nomeações para os Emmy deste ano. Vocês dois passaram uns anos a ouvir as pessoas dizer que foram “esnobados”. Como se compara a ser mesmo nomeado?

Maslany: Não me senti desprezada de todo. Atualmente a categoria feminina é tão forte e o que está a acontecer na televisão é tão excitante, que não me senti posta de parte. Mas é muito bom ver as pessoas a preocuparem-se tanto, e saber que os fãs ficaram chateados. De forma nenhuma tinha como intenção ser nomeada para algo. Como é que te sentiste Matthew?

Rhys: Senti-me completamente excluído e indignado por sermos negligenciados de tal maneira. Só esperava que “Mad Men” e “Breaking Bad” falhassem miseravelmente para podermos ter oportunidade de ser nomeados [risos]. Não. Penso que estejamos em situações semelhantes pelo que a quantidade de tempo que despendemos fez acumular uma história muito forte. Acho que isso apenas ajuda no desempenho. Tudo ajuda.

Maslany: Achas que o teu personagem mudou ao longo dos anos? Vejo tanto crescimento e mudança nele.

Rhys: Absolutamente, temos sorte em ter estes enormes ARCs (Advanced Reader Copy, uma versão não finalizada de um guião distribuída pelos críticos e pelos participantes de convenções) que propiciam enredos mais potentes. Dirias o mesmo?

Maslany: Sim, completamente. Sinto que, graças às respostas positivas das pessoas e por termos uma audiência, há mais espaço para arriscarmos e testar um bocado as personagens. Temos credibilidade por parte da audiência e ela está disposta a ter histórias mais complexas. No início acho que se baseia em tentar estabilizar uma audiência, e ter a certeza de que as pessoas vêem. Quando começas a estabelecer-te nela e a encaixar-te nesses momentos é diferente.

Rhys: Acho que ambas as séries pedem muita audiência. Quando lhe pedimos para acreditarem e se juntarem a nós. Agora ambos temos uma base de fãs muito forte e única. Podes ir até ao seu limite, o que é excitante e uma grande oportunidade.

Sentiram que a consciência da indústria em relação às vossas séries cresceu à medida que as temporadas avançaram?

Maslany: Como sabem, a nossa série é canadense, e isso nem sempre ajuda. Temos muita sorte em ter algumas coisas que nos deram visibilidade. Quer tenham sido os fãs a insistir para as pessoas verem a série ou os críticos a prestarem-lhe atenção, ficarem interessados e mostrá-la ao mundo. Temos bastante sorte em ter a audiência que temos, e todo este reconhecimento é quase surreal, tendo em conta que somos uma série canadense.

Rhys: Nunca tenho a certeza que planetas precisam alinhar-se para que aconteçam estas coisas.Não temos certamente uma grande audiência, mas temos tido sorte com os críticos que gostaram de nós. Isso ajudou-nos ao longo dos anos. E uma pequena pressão da imprensa ajudou a nossa causa. Mas com este tipo de séries, uma vez que tens um fã, ele é bastante leal. Somos sortudos por ter alguns desses presentes na imprensa.

Recuando até à altura em que ganharam estes papéis, faziam ideia de que poderiam mudar a vossa vida e a vossa carreira?

Maslany: Não, de todo [risos].

Rhys: Os criadores deram-te alguma ideia da quantidade de personagens que ias interpretar?

Maslany: Foi quase como se aumentassem à medida que as temporadas avançaram. Mesmo na primeira temporada, ensaiei três ou quatro personagens, no quarto episódio já tinham acrescentado mais uma personagem e ainda outra no fim da temporada. Foi uma surpresa total para mim. Não sei até que ponto conheces o enredo, sabes desde o início da temporada ou eles escrevem enquanto filmam?

Rhys: O ano passado foi o primeiro em que tiveram a temporada inteira planeada muito meticulosamente e esta temporada vai ser igual. As primeiras três temporadas – especialmente a primeira e a segunda – foram feitas despreocupadamente, descobrindo-as enquanto eram filmadas. Não havia verdadeiramente um plano sobre a quantidade de personagens que íamos interpretar, isso apareceu semanalmente. Como é que te pediram para definires as diferentes personagens? Quanto te pertenciam ou quanto lhes pertenciam?

Maslany: Tem sido sempre uma colaboração. As primeiras cinco personagens eram bastante sólidas e um pouco já definidas, mas sempre tiveram uma política de “porta aberta”. Tive que lutar duramente para ter certas personagens de diferentes sítios, para lhes dar uma distinção social ou algo do género. Tento trabalhar nesses detalhes. Tem sido sempre uma política de “porta aberta”. Tens algo a dizer em relação ao destino da tua personagem ou às escolhas que faz?

Rhys: Nem por isso. Existe um mandato muito específico no mundo da inteligência, especialmente do Joe Weisberg, o criador, ele próprio um antigo operário da CIA. A maior tentação para mim, como ator, é ser o mais transformativo ou camaleónico possível. Mas no mundo da inteligência tentas estar o mais próximo da verdade quanto possível. A caracterização não deve afastar-se do que és. Não te queres destacar, não queres que as pessoas vejam que estás a ser artificial. Qualquer mentira deve ser tão próxima da verdade quanto possível. Estão sempre a encorajar-te para não exagerares, deve ficar sempre incrivelmente próximo de quem tu és de forma a não te destacares. Parece que é o oposto para ti, o alcance e extensão é muito mais aberto.

Maslany: Com certeza em encontrar as diferenças e exagerar as diferenças. Mas acho que isso desapareceu enquanto fomos capazes de ser mais firmes na história, quando se resume a mais interações da personagem.

Ambos têm frequentemente de fazer face ao desafio único de interpretar pessoas que interpretam outras pessoas. Essa é uma das coisas mais difíceis de fazer enquanto ator ou é mais fácil do que pensavam?

Rhys: Alguma vez viram o Anthony Hopkins em “Remains of the Day” (Os Despojos do Dia), onde ele tem um obstáculo interior tão grande e não deixa mais ninguém vê-lo para além do público? Para mim esse é um dos maiores desafios. Queres permitir a entrada do público para mostrar o monólogo interior que está a acontecer, sem que as personagens em cena vejam o trabalho interior a decorrer.

Maslany: As minhas coisas favoritas são as cenas de personagens em camadas, mas também as acho estranhamente embaraçosas no estúdio. Estás a tentar não desperdiçar nada, mas ao mesmo tempo há falhas que se notam. Parece sempre algo descontrolado. Existe um conflito dentro de ti, uma dualidade.

Rhys: Para mim isso é a parte mais interessante e difícil de fazer. Mas 99€ do tempo estou envergonhado no estúdio. É certo.

De que forma as coisas técnicas – figurinos, cabelo – ajudam na vossa performance?

Rhys: Tatiana, tens muito a escolher na aparência física? Trabalhas com as pessoas do cabelo e da maquilhagem?

Maslany: Há bastante colaboração. Muitas vezes apresentamos a aparência juntos. Ou há certas personagens que os criadores queriam de certa maneira, e a equipa do cabelo e da maquilhagem têm uma ideia totalmente contrária ao que estava atribuído, e isso é tão interessante para mim. Todos os dias na parte do cabelo e da maquilhagem há algo novo em que estamos a trabalhar, mudando como uma personagem está a crescer ou trazendo uma personagem completamente nova. Dizes o mesmo?

Rhys: Sim e não. No espaço da maquilhagem é preciso experimentar diferentes perucas, aspetos, óculos e pêlo facial. Mas ultimamente a aparência acaba com os nossos dois criadores. Se eles não acharem que está correta, eles irão dizer quão mal está e irá mudar. Eles são muito abertos, mas têm sempre a última palavra. O que lhes apresentamos, o processo tem imensa colaboração. Existem vários aspetos experimentados e opiniões ditas. É um exército de opiniões até que fiques bem.

Maslany: Ficas com o novo disfarce enquanto te apontam os defeitos? Os executivos chegam e olham para ti como se fosses uma pintura ou um desenho?

Rhys: Sim, essa é uma das partes de todo o constrangimento.

Os dois são muito engraçado apesar de as vossas séries serem geralmente dramáticas. Costumam ter vontade de ir para a comédia?

Maslany: Não fizeste uma voz animada recentemente?

Rhys: Oh, “Archer”? Isso foi apenas porque eu estava num autocarro com muitas pessoas da FX. Estava a demorar muito e eu estava bêbedo lá atrás com os criadores de “Archer”. Perguntaram-me acerca do País de Gales, e eu contei-lhes uma história que adaptaram a um episódio de “Archer”. Foi assim que aconteceu. Foi muito fortuito ter acontecido numa viagem de autocarro com álcool. Achas que vais repousar na comédia e na leveza e que na edição final vai ser retirada?

Maslany: Sinto que frequentemente o oposto. Os criadores têm um sentido de humor negro. A cena pode ser tão engraçada que tento dar-lhe a volta para acrescentar alguma tensão. Mas há personagens que crescem tanto que acabo por me deixar levar, é tão divertido. Em “The Americans” as situações podem ser tão absurdas que às vezes tem que existir um sentido de brincadeira.

Rhys: Nesses momentos, em ambas as séries, é uma realidade tão aumentada. Absurdo é uma boa palavra. Andas nesta estreita linha de absurdidade a toda a hora, se há um momento em que quase podes reconhecê-la acho que deixa o público envolver-se mais. Ele torna-se parte disso, mostras-lhe quão louco tudo isto é.

“Orphan Black” tem mais uma temporada e “The Americans” tem duas. Existe entusiasmo em trazer a história ao fim?

Maslany: Estou demasiado triste em terminar a série porque tem sido um trabalho de sonho, mas é bom saber que há uma conclusão. Podemos ir em direção a algo e a ficha não foi retirada até estarmos preparados para terminar a história. Acho que vai ser uma temporada muito divertida em termos de envolver as coisas e encontrar respostas às perguntas que têm aparecido ao longo das temporadas. Tenho a certeza que vai ser muito emocionante para todos nós porque tornámo-nos mesmo uma família na série.

Rhys: Adoro o facto de termos duas temporadas e podermos trabalhar muito especificamente num determinado final. A nossa sexta temporada é uma temporada encurtada, vais desejar acabar em grande em vez de deixá-la ir tendo um final fraco. É uma oportunidade para escrever um final forte, o que é sempre bom.

Já sabem as histórias das vossas temporadas finais?

Maslany: Eu não sei nada.

Rhys: Eu sei ainda menos que nada. Eles dão-nos um rascunho no início da temporada, e uma ideia forte do que vai acontecer. Mas não temos nenhuma ideia acerca das próximas duas temporadas. Atirei algumas ideias minhas mas não ficaram com elas.

Algumas que possas partilhar?

Rhys: Foram todas rejeitadas. Eu era da opinião que ultimamente tínhamos sido transformados pelo Stan Beeman e tornado agentes duplos, ou até triplos. Mas eles não quiseram.

Tatiana, os criadores dizem-te mais alguma coisa a esta altura?

Maslany: Estou definitivamente mais dentro da história do que antes, mas também acho que a série é escrita de forma muito criativa. Enquanto filmamos, as coisas vão mudar e tornar-se como que moldáveis. Desta vez acho que há uma forte ideia de que direção estamos a tomar, mas deixam em aberto a possibilidade de novas personagens terem cenas maiores, ou algo do género.

Do que estão à espera em relação aos Emmys?

Rhys: Conhecer o Liev Schreiber.

Maslany: Estou bastante entusiasmada por conhecer a Gaby Hoffmann. Isso seria espetacular.

Rhys: A passadeira vermelha assusta-me imenso.

Maslany: A mim também. Leva comida. É do que tenho de me lembrar este ano.

Rhys: Por durar muito?

Maslany: Sim, e existem uns quatro hambúrgueres que são logo comidos.

Fonte

Bruna Pias | Agosto 17, 2016 | Artigos, Entrevistas, Notícias, Orphan Black, Tatiana Maslany | comentários

Tatiana celebra a sua segunda nomeação ao Emmy

Tatiana Maslany contou ao The Hollywood Reporter como vai celebrar a sua segunda nomeação aos Emmy Awards. Leiam em baixo:

Depois de receber a notícia de que está novamente nomeada a um Emmy, a Tatiana Maslany foi bombardeada com abraços dos amigos que com ela desfrutam dias de férias em Praga.

“Eles ficaram super entusiasmados e mandaram-me ao chão, foi uma grande luta de wrestle,” para celebrar a Tatiana e companhia vão beber café e comer bolo e acabar a noite indo ao cinema, “Vamos ver Central de Inteligência e ver o The Rock dar o seu melhor.”

Tatiana Maslany falou também com a Deadline sobre a segunda nomeação, leiam em baixo:

“É muito bom para nós. Todos sentimos que é um reconhecimento para a série, porque é um trabalho tão comum. Eu sei que todos dizem isto, mas eu não podia fazer nada sem a equipa que está por detrás disto tudo, e por detrás de cada personagem que criamos na série. Estar na mesma categoria que a Robyn Wright é uma loucura e uma grande honra. Estou pasmada e não sei o que quer dizer que seria eloquente ou inteligente. É apenas muito emocionante. Esta série é um enorme presente. Não podia ter imaginado um trabalho que mais criativo ou estimulante. É um trabalho de sonho da forma mais extrema. Sempre amei as personagens e nunca tinha tido a oportunidade de interpretá-las. Agora posso interpretar um número enorme de personagens, e o público permite-nos continuar essas viagens de carácter porque acreditam nos personagens. É um sonho total. Sinto que descobri que não pode existir limites; tu não podes colocar limites à tua criatividade. Se interpretas uma personagem ou várias, não há limites para o o que podes criar. [No temporada final] acho que vamos estar a entrar em questões que temos vindo a pedir desde a 1º temporada. Mas não sei mesmo. Tive a oportunidade de sentar-me nos dos primeiros dias na sala dos roteiristas esta temporada, o que foi muito bom e inspirador, e deu-me uma sensação de que as coisas estavam a dirigir-se para esse lado. Mas não sei o que as especificidades vão ser, é um mistério, pois é para o público no momento. Acho que vai ser um forte final, um encerrar das histórias destas personagens e uma nova direção, um tipo de resolução e encerramento.”

Juliana Maia | Julho 14, 2016 | Artigos, Notícias, Tatiana Maslany | comentários

Tatiana Maslany novamente nomeada ao Emmy!

Foram hoje anunciados os nomeados para a nova edição dos Emmy Awards e FELIZMENTE a Tatiana Maslany está novamente nomeada na categoria “Outstanding Lead Actress in a Drama Series” com os seus vários papéis em Orphan Black, a mesma esteve nomeada no ano passado na mesma categoria mas infelizmente quem levou o prémio foi a atriz Viola Davis – o evento será realizado a 18 de Setembro.

PARABÉNS TATIANA!

Juliana Maia | Julho 14, 2016 | Notícias, Orphan Black, Tatiana Maslany | comentários

Tatiana na Comic Con San Diego 2016

Orphan Black estará presente na edição de 2016 da Comic-Con em San Diego, o painel da BBC America sobre a série será realizado no dia 22 de julho e a Tatiana Maslany, Jordan Gavaris, Kristian Bruun, Kevin Hanchard, Kathryn Alexandre e os co-criadores John Fawcett e Graeme Manson estarão presentes.

Também no dia 22 de julho o elenco de Orphan Black vai estar presente num painel da Nerd HQ, o dinheiro pago pela audiência para estar presente em cada um destes painéis é doado a uma diferente instituição de caridade.

Para além do painel de Orphan Black e do Nerd HQ, a Tatiana Maslany estará ainda presente no painel Entertainment Weekly: Women Who Kick Ass que será realizado a 23 de julho e contará com a presença de Morena Baccarin (Gotham), Melissa Benoist (Supergirl), Lucy Lawless (Ash vs Evil Dead) e Connie Nielsen (Wonder Woman), também neste dia a Tatiana Maslany irá participar no Nerdist Podcast Live.

Juliana Maia | Julho 13, 2016 | Notícias, Orphan Black, Tatiana Maslany | comentários

Possível spinoff de “Orphan Black”?

A quinta temporada de Orphan Black vai ser a última da série de sucesso da BBC America, mas o criador da série Graeme Manson deu a entender que esta pode vir a ter um spinoff num futuro próximo.

Numa entrevista com o “The Hollywood Reporter“, Manson reconheceu que existem conversas soltas acerca de um spinoff para Orphan Black, acrescentando ainda que ainda nada está garantido.

Entretanto, Manson revelou também que ele e o co-criador da série John Fawcett têm falado regularmente sobre como vão dar o pontapé de saída para a quinta temporada.

“O John e eu temos falado ao telefone e temos perdido algum tempo nisso enquanto mais ou menos cruzamos caminho entre Toronto e Vancouver esta primavera. Temos aproveitado o nosso tempo no Skype e pessoalmente e já temos algumas boas ideias sobre onde toda a gente aparece e onde começamos a próxima temporada”, disse Manson.

Falando de outras notícias, Manson disse que ele e Fawcett concordaram previamente em manterem-se comprometidos com a série o máximo de tempo possível.

Porém, ambos os criadores sabiam desde o início que apenas queriam que Orphan Black durasse até à quinta temporada.

Quando a série voltar no próximo verão, os espetadores vão descobrir o que exatamente acontece a Sarah Manning (Tatiana Maslany) depois de ficar presa numa ilha. Alison e o seu marido Donnie (Kristian Bruun) vão também enfrentar inúmeras provas durante toda a temporada. Cosima provavelmente irá reunir-se com a sua ex-namorada Delphine (Evelyne Brochu), e Helena vai estar ocupada a cuidar dos seus filhos.

Afinal, a última temporada tem como objetivo juntar todos as pontas soltas das quatro temporadas anteriores, pelo que é possível que o final terá histórias felizes e positivas.

Orphan Black regressa à BBC America em Abril de 2017.

Fonte

Bruna Pias | Julho 13, 2016 | Artigos, Notícias, Orphan Black | comentários

Comic Con 2016: BBC America Despede-se de “Orphan Black”

Depois do anúncio de BBC AMERICA que a série original Orphan Black foi renovada para uma quinta e última temporada, a network anunciou hoje que Orphan Black vai voltar a San Diego na sexta-feira, 22 julho para um painel de despedida na Comic-Con com os fãs. Além disso, primeiro painel do BBCA para a sua próxima série original, Dirk Gently, será realizada no sábado, 23 de julho com as estrelas Elijah Wood, Samuel Barnett, Hannah Marks, Jade Eshete, o principal argumentista e produtor executivo Max Landis e o showrunner Robert Cooper. A série terá estreia mundial dia 22 de outubro na BBC AMERICA.

PAINEL Orphan Black
Sexta-feira, julho 22
4:30 da tarde
Room # 6BCF

Bruna Pias | Julho 3, 2016 | Artigos, Notícias, Orphan Black | comentários

“Orphan Black” renovada para quinta temporada e final

Canal Space anunciou esta quinta-feira a renovação de Orphan Black para a quinta temporada que será a temporada final da série, esta que conta a história dos vários clones interpretados pela Tatiana Maslany.

Leiam em baixo mais detalhes:

Orphan Black foi renovada para uma quinta e final temporada – Space confirmou novos 10 episódios de 1 hora a estrear em 2017.

“Estamos felizes por dar uma conclusão épica ao conto da Sarah e das suas irmãs clones. As últimas quatro temporadas têm sido uma aventura fenomenal e estamos eternamente gratos aos nossos leais fãs que amaram as voltas e emoções da nossa série um pouco estranho. Estamos gratos aos nossos parceiros na Temple Street, Space e BBC America por todo o apoio, e por nos darem a oportunidade de terminar em alta.”

co-criadores John Fawcett e Graeme Manson

“A quarta temporada levou os telespectadores ao buraco do coelho, ao mais fundo do coração desta conspiração e explorou o que os espectadores ansiavam ver – a história por trás de Beth. Após o passeio de montanha-russa da 4ª temporada, nós fomos deixados no limite dos nossos lugares. A 5º temporada promete levar-nos em territórios desconhecidos, onde os riscos são maiores do que nunca. Sabendo a proeza de Orphan Black, eu diria, apertem os cintos.”

Corrie Coe, Senior Vice-President, Independent Production, Bell Media

“Orphan Black transcendeu a paisagem da televisão canadiana, e tem sido uma honra para a família da Bell Media trazer esta série revolucionária para o nosso público fervoroso e dedicado. Estamos ansiosos para levar os fãs numa última viagem com os nossos clones ‘sestras’ ao lado da equipa de génios de escritores, e todo o elenco e equipa, incluindo a imponente Tatiana Maslany, e os nossos parceiros de produção Temple Street e BBC America.”

Tracey Pearce, Senior Vice-President, Specialty / Pay, Bell Media

Fonte

Juliana Maia | Junho 18, 2016 | Artigos, Notícias, Orphan Black | comentários

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Tatiana Maslany e Matthew Rhys comentam nomeações para os Emmy, representação e últimas temporadas

Chamem-lhes os mestres do disfarce do pequeno ecrã. Tatiana Maslany interpretou pelo menos 11 personagens únicas no thriller de ficção científica “Orphan Black”, e Matthew Rhys representou uma dúzia de identidades alternativas enquanto Philip Jennings, espião disfarçado da KGB (acrónimo russo para Comité de Segurança do Estado), na série “The Americans”. E, no entanto, apesar da aclamação por parte dos críticos em relação ao trabalho de ambos desde o princípio, os eleitores dos Emmy demoraram algum tempo a decidir-se. Maslany teve a sua primeira nomeação no ano passado, na terceira temporada, enquanto que Rhys apareceu finalmente este ano, na sua quarta temporada. A Variety entrevistou a atriz canadense e o ator galês por telefone, enquanto ela estava em Praga e ele em Brooklyn. Juntos refletiram no que é representar papéis dentro de outros papéis, na preparação para as últimas temporadas de ambos, e no facto de terem sido desprezados nos prémios televisivos.

Parabéns pelas nomeações para os Emmy deste ano. Vocês dois passaram uns anos a ouvir as pessoas dizer que foram “esnobados”. Como se compara a ser mesmo nomeado?

Maslany: Não me senti desprezada de todo. Atualmente a categoria feminina é tão forte e o que está a acontecer na televisão é tão excitante, que não me senti posta de parte. Mas é muito bom ver as pessoas a preocuparem-se tanto, e saber que os fãs ficaram chateados. De forma nenhuma tinha como intenção ser nomeada para algo. Como é que te sentiste Matthew?

Rhys: Senti-me completamente excluído e indignado por sermos negligenciados de tal maneira. Só esperava que “Mad Men” e “Breaking Bad” falhassem miseravelmente para podermos ter oportunidade de ser nomeados [risos]. Não. Penso que estejamos em situações semelhantes pelo que a quantidade de tempo que despendemos fez acumular uma história muito forte. Acho que isso apenas ajuda no desempenho. Tudo ajuda.

Maslany: Achas que o teu personagem mudou ao longo dos anos? Vejo tanto crescimento e mudança nele.

Rhys: Absolutamente, temos sorte em ter estes enormes ARCs (Advanced Reader Copy, uma versão não finalizada de um guião distribuída pelos críticos e pelos participantes de convenções) que propiciam enredos mais potentes. Dirias o mesmo?

Maslany: Sim, completamente. Sinto que, graças às respostas positivas das pessoas e por termos uma audiência, há mais espaço para arriscarmos e testar um bocado as personagens. Temos credibilidade por parte da audiência e ela está disposta a ter histórias mais complexas. No início acho que se baseia em tentar estabilizar uma audiência, e ter a certeza de que as pessoas vêem. Quando começas a estabelecer-te nela e a encaixar-te nesses momentos é diferente.

Rhys: Acho que ambas as séries pedem muita audiência. Quando lhe pedimos para acreditarem e se juntarem a nós. Agora ambos temos uma base de fãs muito forte e única. Podes ir até ao seu limite, o que é excitante e uma grande oportunidade.

Sentiram que a consciência da indústria em relação às vossas séries cresceu à medida que as temporadas avançaram?

Maslany: Como sabem, a nossa série é canadense, e isso nem sempre ajuda. Temos muita sorte em ter algumas coisas que nos deram visibilidade. Quer tenham sido os fãs a insistir para as pessoas verem a série ou os críticos a prestarem-lhe atenção, ficarem interessados e mostrá-la ao mundo. Temos bastante sorte em ter a audiência que temos, e todo este reconhecimento é quase surreal, tendo em conta que somos uma série canadense.

Rhys: Nunca tenho a certeza que planetas precisam alinhar-se para que aconteçam estas coisas.Não temos certamente uma grande audiência, mas temos tido sorte com os críticos que gostaram de nós. Isso ajudou-nos ao longo dos anos. E uma pequena pressão da imprensa ajudou a nossa causa. Mas com este tipo de séries, uma vez que tens um fã, ele é bastante leal. Somos sortudos por ter alguns desses presentes na imprensa.

Recuando até à altura em que ganharam estes papéis, faziam ideia de que poderiam mudar a vossa vida e a vossa carreira?

Maslany: Não, de todo [risos].

Rhys: Os criadores deram-te alguma ideia da quantidade de personagens que ias interpretar?

Maslany: Foi quase como se aumentassem à medida que as temporadas avançaram. Mesmo na primeira temporada, ensaiei três ou quatro personagens, no quarto episódio já tinham acrescentado mais uma personagem e ainda outra no fim da temporada. Foi uma surpresa total para mim. Não sei até que ponto conheces o enredo, sabes desde o início da temporada ou eles escrevem enquanto filmam?

Rhys: O ano passado foi o primeiro em que tiveram a temporada inteira planeada muito meticulosamente e esta temporada vai ser igual. As primeiras três temporadas – especialmente a primeira e a segunda – foram feitas despreocupadamente, descobrindo-as enquanto eram filmadas. Não havia verdadeiramente um plano sobre a quantidade de personagens que íamos interpretar, isso apareceu semanalmente. Como é que te pediram para definires as diferentes personagens? Quanto te pertenciam ou quanto lhes pertenciam?

Maslany: Tem sido sempre uma colaboração. As primeiras cinco personagens eram bastante sólidas e um pouco já definidas, mas sempre tiveram uma política de “porta aberta”. Tive que lutar duramente para ter certas personagens de diferentes sítios, para lhes dar uma distinção social ou algo do género. Tento trabalhar nesses detalhes. Tem sido sempre uma política de “porta aberta”. Tens algo a dizer em relação ao destino da tua personagem ou às escolhas que faz?

Rhys: Nem por isso. Existe um mandato muito específico no mundo da inteligência, especialmente do Joe Weisberg, o criador, ele próprio um antigo operário da CIA. A maior tentação para mim, como ator, é ser o mais transformativo ou camaleónico possível. Mas no mundo da inteligência tentas estar o mais próximo da verdade quanto possível. A caracterização não deve afastar-se do que és. Não te queres destacar, não queres que as pessoas vejam que estás a ser artificial. Qualquer mentira deve ser tão próxima da verdade quanto possível. Estão sempre a encorajar-te para não exagerares, deve ficar sempre incrivelmente próximo de quem tu és de forma a não te destacares. Parece que é o oposto para ti, o alcance e extensão é muito mais aberto.

Maslany: Com certeza em encontrar as diferenças e exagerar as diferenças. Mas acho que isso desapareceu enquanto fomos capazes de ser mais firmes na história, quando se resume a mais interações da personagem.

Ambos têm frequentemente de fazer face ao desafio único de interpretar pessoas que interpretam outras pessoas. Essa é uma das coisas mais difíceis de fazer enquanto ator ou é mais fácil do que pensavam?

Rhys: Alguma vez viram o Anthony Hopkins em “Remains of the Day” (Os Despojos do Dia), onde ele tem um obstáculo interior tão grande e não deixa mais ninguém vê-lo para além do público? Para mim esse é um dos maiores desafios. Queres permitir a entrada do público para mostrar o monólogo interior que está a acontecer, sem que as personagens em cena vejam o trabalho interior a decorrer.

Maslany: As minhas coisas favoritas são as cenas de personagens em camadas, mas também as acho estranhamente embaraçosas no estúdio. Estás a tentar não desperdiçar nada, mas ao mesmo tempo há falhas que se notam. Parece sempre algo descontrolado. Existe um conflito dentro de ti, uma dualidade.

Rhys: Para mim isso é a parte mais interessante e difícil de fazer. Mas 99€ do tempo estou envergonhado no estúdio. É certo.

De que forma as coisas técnicas – figurinos, cabelo – ajudam na vossa performance?

Rhys: Tatiana, tens muito a escolher na aparência física? Trabalhas com as pessoas do cabelo e da maquilhagem?

Maslany: Há bastante colaboração. Muitas vezes apresentamos a aparência juntos. Ou há certas personagens que os criadores queriam de certa maneira, e a equipa do cabelo e da maquilhagem têm uma ideia totalmente contrária ao que estava atribuído, e isso é tão interessante para mim. Todos os dias na parte do cabelo e da maquilhagem há algo novo em que estamos a trabalhar, mudando como uma personagem está a crescer ou trazendo uma personagem completamente nova. Dizes o mesmo?

Rhys: Sim e não. No espaço da maquilhagem é preciso experimentar diferentes perucas, aspetos, óculos e pêlo facial. Mas ultimamente a aparência acaba com os nossos dois criadores. Se eles não acharem que está correta, eles irão dizer quão mal está e irá mudar. Eles são muito abertos, mas têm sempre a última palavra. O que lhes apresentamos, o processo tem imensa colaboração. Existem vários aspetos experimentados e opiniões ditas. É um exército de opiniões até que fiques bem.

Maslany: Ficas com o novo disfarce enquanto te apontam os defeitos? Os executivos chegam e olham para ti como se fosses uma pintura ou um desenho?

Rhys: Sim, essa é uma das partes de todo o constrangimento.

Os dois são muito engraçado apesar de as vossas séries serem geralmente dramáticas. Costumam ter vontade de ir para a comédia?

Maslany: Não fizeste uma voz animada recentemente?

Rhys: Oh, “Archer”? Isso foi apenas porque eu estava num autocarro com muitas pessoas da FX. Estava a demorar muito e eu estava bêbedo lá atrás com os criadores de “Archer”. Perguntaram-me acerca do País de Gales, e eu contei-lhes uma história que adaptaram a um episódio de “Archer”. Foi assim que aconteceu. Foi muito fortuito ter acontecido numa viagem de autocarro com álcool. Achas que vais repousar na comédia e na leveza e que na edição final vai ser retirada?

Maslany: Sinto que frequentemente o oposto. Os criadores têm um sentido de humor negro. A cena pode ser tão engraçada que tento dar-lhe a volta para acrescentar alguma tensão. Mas há personagens que crescem tanto que acabo por me deixar levar, é tão divertido. Em “The Americans” as situações podem ser tão absurdas que às vezes tem que existir um sentido de brincadeira.

Rhys: Nesses momentos, em ambas as séries, é uma realidade tão aumentada. Absurdo é uma boa palavra. Andas nesta estreita linha de absurdidade a toda a hora, se há um momento em que quase podes reconhecê-la acho que deixa o público envolver-se mais. Ele torna-se parte disso, mostras-lhe quão louco tudo isto é.

“Orphan Black” tem mais uma temporada e “The Americans” tem duas. Existe entusiasmo em trazer a história ao fim?

Maslany: Estou demasiado triste em terminar a série porque tem sido um trabalho de sonho, mas é bom saber que há uma conclusão. Podemos ir em direção a algo e a ficha não foi retirada até estarmos preparados para terminar a história. Acho que vai ser uma temporada muito divertida em termos de envolver as coisas e encontrar respostas às perguntas que têm aparecido ao longo das temporadas. Tenho a certeza que vai ser muito emocionante para todos nós porque tornámo-nos mesmo uma família na série.

Rhys: Adoro o facto de termos duas temporadas e podermos trabalhar muito especificamente num determinado final. A nossa sexta temporada é uma temporada encurtada, vais desejar acabar em grande em vez de deixá-la ir tendo um final fraco. É uma oportunidade para escrever um final forte, o que é sempre bom.

Já sabem as histórias das vossas temporadas finais?

Maslany: Eu não sei nada.

Rhys: Eu sei ainda menos que nada. Eles dão-nos um rascunho no início da temporada, e uma ideia forte do que vai acontecer. Mas não temos nenhuma ideia acerca das próximas duas temporadas. Atirei algumas ideias minhas mas não ficaram com elas.

Algumas que possas partilhar?

Rhys: Foram todas rejeitadas. Eu era da opinião que ultimamente tínhamos sido transformados pelo Stan Beeman e tornado agentes duplos, ou até triplos. Mas eles não quiseram.

Tatiana, os criadores dizem-te mais alguma coisa a esta altura?

Maslany: Estou definitivamente mais dentro da história do que antes, mas também acho que a série é escrita de forma muito criativa. Enquanto filmamos, as coisas vão mudar e tornar-se como que moldáveis. Desta vez acho que há uma forte ideia de que direção estamos a tomar, mas deixam em aberto a possibilidade de novas personagens terem cenas maiores, ou algo do género.

Do que estão à espera em relação aos Emmys?

Rhys: Conhecer o Liev Schreiber.

Maslany: Estou bastante entusiasmada por conhecer a Gaby Hoffmann. Isso seria espetacular.

Rhys: A passadeira vermelha assusta-me imenso.

Maslany: A mim também. Leva comida. É do que tenho de me lembrar este ano.

Rhys: Por durar muito?

Maslany: Sim, e existem uns quatro hambúrgueres que são logo comidos.

Fonte

Bruna Pias | Agosto 17, 2016 | Artigos, Entrevistas, Notícias, Orphan Black, Tatiana Maslany | comentários

Tatiana celebra a sua segunda nomeação ao Emmy

Tatiana Maslany contou ao The Hollywood Reporter como vai celebrar a sua segunda nomeação aos Emmy Awards. Leiam em baixo:

Depois de receber a notícia de que está novamente nomeada a um Emmy, a Tatiana Maslany foi bombardeada com abraços dos amigos que com ela desfrutam dias de férias em Praga.

“Eles ficaram super entusiasmados e mandaram-me ao chão, foi uma grande luta de wrestle,” para celebrar a Tatiana e companhia vão beber café e comer bolo e acabar a noite indo ao cinema, “Vamos ver Central de Inteligência e ver o The Rock dar o seu melhor.”

Tatiana Maslany falou também com a Deadline sobre a segunda nomeação, leiam em baixo:

“É muito bom para nós. Todos sentimos que é um reconhecimento para a série, porque é um trabalho tão comum. Eu sei que todos dizem isto, mas eu não podia fazer nada sem a equipa que está por detrás disto tudo, e por detrás de cada personagem que criamos na série. Estar na mesma categoria que a Robyn Wright é uma loucura e uma grande honra. Estou pasmada e não sei o que quer dizer que seria eloquente ou inteligente. É apenas muito emocionante. Esta série é um enorme presente. Não podia ter imaginado um trabalho que mais criativo ou estimulante. É um trabalho de sonho da forma mais extrema. Sempre amei as personagens e nunca tinha tido a oportunidade de interpretá-las. Agora posso interpretar um número enorme de personagens, e o público permite-nos continuar essas viagens de carácter porque acreditam nos personagens. É um sonho total. Sinto que descobri que não pode existir limites; tu não podes colocar limites à tua criatividade. Se interpretas uma personagem ou várias, não há limites para o o que podes criar. [No temporada final] acho que vamos estar a entrar em questões que temos vindo a pedir desde a 1º temporada. Mas não sei mesmo. Tive a oportunidade de sentar-me nos dos primeiros dias na sala dos roteiristas esta temporada, o que foi muito bom e inspirador, e deu-me uma sensação de que as coisas estavam a dirigir-se para esse lado. Mas não sei o que as especificidades vão ser, é um mistério, pois é para o público no momento. Acho que vai ser um forte final, um encerrar das histórias destas personagens e uma nova direção, um tipo de resolução e encerramento.”

Juliana Maia | Julho 14, 2016 | Artigos, Notícias, Tatiana Maslany | comentários

Tatiana Maslany novamente nomeada ao Emmy!

Foram hoje anunciados os nomeados para a nova edição dos Emmy Awards e FELIZMENTE a Tatiana Maslany está novamente nomeada na categoria “Outstanding Lead Actress in a Drama Series” com os seus vários papéis em Orphan Black, a mesma esteve nomeada no ano passado na mesma categoria mas infelizmente quem levou o prémio foi a atriz Viola Davis – o evento será realizado a 18 de Setembro.

PARABÉNS TATIANA!

Juliana Maia | Julho 14, 2016 | Notícias, Orphan Black, Tatiana Maslany | comentários

Tatiana na Comic Con San Diego 2016

Orphan Black estará presente na edição de 2016 da Comic-Con em San Diego, o painel da BBC America sobre a série será realizado no dia 22 de julho e a Tatiana Maslany, Jordan Gavaris, Kristian Bruun, Kevin Hanchard, Kathryn Alexandre e os co-criadores John Fawcett e Graeme Manson estarão presentes.

Também no dia 22 de julho o elenco de Orphan Black vai estar presente num painel da Nerd HQ, o dinheiro pago pela audiência para estar presente em cada um destes painéis é doado a uma diferente instituição de caridade.

Para além do painel de Orphan Black e do Nerd HQ, a Tatiana Maslany estará ainda presente no painel Entertainment Weekly: Women Who Kick Ass que será realizado a 23 de julho e contará com a presença de Morena Baccarin (Gotham), Melissa Benoist (Supergirl), Lucy Lawless (Ash vs Evil Dead) e Connie Nielsen (Wonder Woman), também neste dia a Tatiana Maslany irá participar no Nerdist Podcast Live.

Juliana Maia | Julho 13, 2016 | Notícias, Orphan Black, Tatiana Maslany | comentários

Possível spinoff de “Orphan Black”?

A quinta temporada de Orphan Black vai ser a última da série de sucesso da BBC America, mas o criador da série Graeme Manson deu a entender que esta pode vir a ter um spinoff num futuro próximo.

Numa entrevista com o “The Hollywood Reporter“, Manson reconheceu que existem conversas soltas acerca de um spinoff para Orphan Black, acrescentando ainda que ainda nada está garantido.

Entretanto, Manson revelou também que ele e o co-criador da série John Fawcett têm falado regularmente sobre como vão dar o pontapé de saída para a quinta temporada.

“O John e eu temos falado ao telefone e temos perdido algum tempo nisso enquanto mais ou menos cruzamos caminho entre Toronto e Vancouver esta primavera. Temos aproveitado o nosso tempo no Skype e pessoalmente e já temos algumas boas ideias sobre onde toda a gente aparece e onde começamos a próxima temporada”, disse Manson.

Falando de outras notícias, Manson disse que ele e Fawcett concordaram previamente em manterem-se comprometidos com a série o máximo de tempo possível.

Porém, ambos os criadores sabiam desde o início que apenas queriam que Orphan Black durasse até à quinta temporada.

Quando a série voltar no próximo verão, os espetadores vão descobrir o que exatamente acontece a Sarah Manning (Tatiana Maslany) depois de ficar presa numa ilha. Alison e o seu marido Donnie (Kristian Bruun) vão também enfrentar inúmeras provas durante toda a temporada. Cosima provavelmente irá reunir-se com a sua ex-namorada Delphine (Evelyne Brochu), e Helena vai estar ocupada a cuidar dos seus filhos.

Afinal, a última temporada tem como objetivo juntar todos as pontas soltas das quatro temporadas anteriores, pelo que é possível que o final terá histórias felizes e positivas.

Orphan Black regressa à BBC America em Abril de 2017.

Fonte

Bruna Pias | Julho 13, 2016 | Artigos, Notícias, Orphan Black | comentários

Comic Con 2016: BBC America Despede-se de “Orphan Black”

Depois do anúncio de BBC AMERICA que a série original Orphan Black foi renovada para uma quinta e última temporada, a network anunciou hoje que Orphan Black vai voltar a San Diego na sexta-feira, 22 julho para um painel de despedida na Comic-Con com os fãs. Além disso, primeiro painel do BBCA para a sua próxima série original, Dirk Gently, será realizada no sábado, 23 de julho com as estrelas Elijah Wood, Samuel Barnett, Hannah Marks, Jade Eshete, o principal argumentista e produtor executivo Max Landis e o showrunner Robert Cooper. A série terá estreia mundial dia 22 de outubro na BBC AMERICA.

PAINEL Orphan Black
Sexta-feira, julho 22
4:30 da tarde
Room # 6BCF

Bruna Pias | Julho 3, 2016 | Artigos, Notícias, Orphan Black | comentários

“Orphan Black” renovada para quinta temporada e final

Canal Space anunciou esta quinta-feira a renovação de Orphan Black para a quinta temporada que será a temporada final da série, esta que conta a história dos vários clones interpretados pela Tatiana Maslany.

Leiam em baixo mais detalhes:

Orphan Black foi renovada para uma quinta e final temporada – Space confirmou novos 10 episódios de 1 hora a estrear em 2017.

“Estamos felizes por dar uma conclusão épica ao conto da Sarah e das suas irmãs clones. As últimas quatro temporadas têm sido uma aventura fenomenal e estamos eternamente gratos aos nossos leais fãs que amaram as voltas e emoções da nossa série um pouco estranho. Estamos gratos aos nossos parceiros na Temple Street, Space e BBC America por todo o apoio, e por nos darem a oportunidade de terminar em alta.”

co-criadores John Fawcett e Graeme Manson

“A quarta temporada levou os telespectadores ao buraco do coelho, ao mais fundo do coração desta conspiração e explorou o que os espectadores ansiavam ver – a história por trás de Beth. Após o passeio de montanha-russa da 4ª temporada, nós fomos deixados no limite dos nossos lugares. A 5º temporada promete levar-nos em territórios desconhecidos, onde os riscos são maiores do que nunca. Sabendo a proeza de Orphan Black, eu diria, apertem os cintos.”

Corrie Coe, Senior Vice-President, Independent Production, Bell Media

“Orphan Black transcendeu a paisagem da televisão canadiana, e tem sido uma honra para a família da Bell Media trazer esta série revolucionária para o nosso público fervoroso e dedicado. Estamos ansiosos para levar os fãs numa última viagem com os nossos clones ‘sestras’ ao lado da equipa de génios de escritores, e todo o elenco e equipa, incluindo a imponente Tatiana Maslany, e os nossos parceiros de produção Temple Street e BBC America.”

Tracey Pearce, Senior Vice-President, Specialty / Pay, Bell Media

Fonte

Juliana Maia | Junho 18, 2016 | Artigos, Notícias, Orphan Black | comentários

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