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Tatiana Maslany na capa do mês de Abril da revista Flare!

Aqui fica a tradução do artigo que acompanha a revista Flare de abril com a Tatiana!

Tatiana Maslany, a fantástica, estrela que muda de forma em Orphan Black, é uma das atrizes mais versáteis da sua geração. (Interpretando oito personagens na série!) Rachel Heinrichs fala com a mulher por trás das muitas máscaras:

No episódio piloto da série canadense Orphan Black, uma ladra de rua num casaco de cabedal e botas de combate encontra-se numa plataforma da estação de comboios. Esta vê uma outra mulher num puxo de bailarina e vestido imponente que chora. Quando se aproxima, a que chora põe-se de cócoras, dobra o blazer e lentamente vira-se para encarar quem a olha. Elas são idênticas, embora uma apresente um ar duro, a outra encontra-se totalmente sem esperança. Esta fração de segundo de reconhecimento termina quando a senhora triste atira-se para a frente do comboio. Ambas as personagens são interpretadas pela hipnotizante jovem de 29, anos Tatiana Maslany, que, ao longo de duas temporadas (a terceira temporada a estrear dia 18 de abril), desempenha outras seis clones geneticamente geradas por uma corporação sinistra que as distribui por diferentes ambientes como uma experiência de natureza versus criação.

A mulher de rua é Sarah, uma inglesa com sotaque cockney e também uma vigarista que mente ou seduz de forma a sair de qualquer situação; a suicida é Beth, uma policia de Toronto, com problemas de depressão. Então há também Cosima, uma estudante gay de Berkeley; Rachel, uma fria executiva britânica; Katja, uma espécie de espia alemã; Allison, uma mamã do futebol suburbano; Helena, uma ucraniana psico-killer animalesca; e, por fim, Tony, um transexual ex-presidiário com uma barbicha. Se tudo isto não soa maluco o suficiente, Maslany também interpreta frequentemente um clone que finge ser outro. (“Fazer de Sarah a fazer de Cosima é um autentico nó no cérebro”, diz ela.) E, por meios digitais e efeitos especiais, ela dramatiza com si mesma em muitas cenas em que os clones falam, planeiam e se ligam. Ainda mais impressionante é a profundidade que Maslany traz a cada personagem. Os seus clones são heroínas de um desenho animado de ficção científica / fantasia (hey, Buffy) ou estereótipos amplos, embora pudessem ser facilmente: a mãe de futebol, uma chefe parva ou uma lésbica hippie. Todas as oito têm vida interior e contradições; todas as oito são mulheres completamente credíveis. O seu desempenho prodigioso transformou a produção de Toronto, o que não deve ser entendido como um produto sci-fi canon para adolescentes, numa das séries mais descontroladamente divertidas e feministas na televisão. Pensa em sucessos atuais como How to Get Away With Murder, The Good Wife e Girls, que são rotineiramente elogiados pelas suas ligações femenistas complexas, em seguida, multiplica esses personagens por oito, e entendes então a conquista feita pela série e por Maslany.

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Bruna Pias | Março 2, 2015 | Artigos, Entrevistas, Tatiana Maslany | comentários

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Tatiana Maslany na capa do mês de Abril da revista Flare!

Aqui fica a tradução do artigo que acompanha a revista Flare de abril com a Tatiana!

Tatiana Maslany, a fantástica, estrela que muda de forma em Orphan Black, é uma das atrizes mais versáteis da sua geração. (Interpretando oito personagens na série!) Rachel Heinrichs fala com a mulher por trás das muitas máscaras:

No episódio piloto da série canadense Orphan Black, uma ladra de rua num casaco de cabedal e botas de combate encontra-se numa plataforma da estação de comboios. Esta vê uma outra mulher num puxo de bailarina e vestido imponente que chora. Quando se aproxima, a que chora põe-se de cócoras, dobra o blazer e lentamente vira-se para encarar quem a olha. Elas são idênticas, embora uma apresente um ar duro, a outra encontra-se totalmente sem esperança. Esta fração de segundo de reconhecimento termina quando a senhora triste atira-se para a frente do comboio. Ambas as personagens são interpretadas pela hipnotizante jovem de 29, anos Tatiana Maslany, que, ao longo de duas temporadas (a terceira temporada a estrear dia 18 de abril), desempenha outras seis clones geneticamente geradas por uma corporação sinistra que as distribui por diferentes ambientes como uma experiência de natureza versus criação.

A mulher de rua é Sarah, uma inglesa com sotaque cockney e também uma vigarista que mente ou seduz de forma a sair de qualquer situação; a suicida é Beth, uma policia de Toronto, com problemas de depressão. Então há também Cosima, uma estudante gay de Berkeley; Rachel, uma fria executiva britânica; Katja, uma espécie de espia alemã; Allison, uma mamã do futebol suburbano; Helena, uma ucraniana psico-killer animalesca; e, por fim, Tony, um transexual ex-presidiário com uma barbicha. Se tudo isto não soa maluco o suficiente, Maslany também interpreta frequentemente um clone que finge ser outro. (“Fazer de Sarah a fazer de Cosima é um autentico nó no cérebro”, diz ela.) E, por meios digitais e efeitos especiais, ela dramatiza com si mesma em muitas cenas em que os clones falam, planeiam e se ligam. Ainda mais impressionante é a profundidade que Maslany traz a cada personagem. Os seus clones são heroínas de um desenho animado de ficção científica / fantasia (hey, Buffy) ou estereótipos amplos, embora pudessem ser facilmente: a mãe de futebol, uma chefe parva ou uma lésbica hippie. Todas as oito têm vida interior e contradições; todas as oito são mulheres completamente credíveis. O seu desempenho prodigioso transformou a produção de Toronto, o que não deve ser entendido como um produto sci-fi canon para adolescentes, numa das séries mais descontroladamente divertidas e feministas na televisão. Pensa em sucessos atuais como How to Get Away With Murder, The Good Wife e Girls, que são rotineiramente elogiados pelas suas ligações femenistas complexas, em seguida, multiplica esses personagens por oito, e entendes então a conquista feita pela série e por Maslany.

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Bruna Pias | Março 2, 2015 | Artigos, Entrevistas, Tatiana Maslany | comentários

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