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O novo programa que sucede a “Orphan Black” receberá Tatiana como primeira convidada

Orphan Black continua em força, e já na sua quarta temporada, a série nunca foi tão forte. Foi hoje anunciado que o drama aclamado pela crítica terá um programa pós-série intitulado “After The Black”, na veia de “Talking Dead”.
After The Black contará com um número de pedaços e momentos que os maiores fãs não vai querer perder, tais como cenas exclusivas do episódio da semana seguinte, behind the scenes, e, claro, entrevistas exclusivas com o elenco e a equipe. Além disso, também foi revelado que a protagonista, Tatiana Maslany, aparecerá no primeiro episódio a 14 de abril para discutir o que vai acontecer na quarta temporada.
Os apresentadores Ajay Fry, Morgan Hoffman e Teddy Wilson  da InnerSpace estaram no comando do programa, em que cada episódio terá a duração de 30 minutos logo após o episódio da semana de “Orphan Black”. Se já viste Talking Dead na AMC que segue The Walking Dead, saberás que ele apresenta alguns temas de conversa muito interessantes sobre o episódio da semana. Sabemos que Orphan Black pode ser muito misterioso, e geralmente há um monte de teorias sobre o que está para acontecer, por isso vai ser interessante ver como isso vai contribuir para o programa.
O comunicado de imprensa afirma que o programa é “Uma discussão de 30 minutos animada com o elenco, a equipa e convidados especiais” com “sugestões de enredo e reviravoltas, teorias sobre episódios futuros e segmentos especiais, incluindo behind-the-scenes“.
Orphan Black volta à BBC America a 14 de abril “After the Black” irá para o ar às 11h.

Bruna Pias | Março 28, 2016 | Artigos, Notícias, Orphan Black, Tatiana Maslany | comentários

O Casal Ficcional e Também Real Tatiana Maslany e Tom Cullen Explicam o Amor

Tatiana Maslany e Tom Cullen em entrevista ao site Complex:

Conversar com Tatiana Maslany e Tom Cullen é imediatamente intoxicante. O casal de “The other Half” que estreou no início desta semana no SXSW. O insanamente talentoso par (e para ser honesta, super giro) tem estado à frente de algumas das melhores séries na televisão, Cullen em Downton Abbey e Black Mirror e Maslany com os seus vários papéis na incrível Orphan Black. (Onde está o seu Emmy?)

A química intensa dos dois, obviamente ajuda a elevar “The Other Half”, um drama romântico sobre Nickie (Cullen), um homem sem rumo atingido pelo sofrimento que recebe uma wake up call, quando  tem um encontro casual com a magnética Emily (Maslany). Os dois vão se envolvendo antes de se comprometerem a embarcar num, relacionamento bastante difícil, que é ainda mais complicado pelo transtorno bipolar de Emily. Sentamos com Maslany e Cullen para falar sobre o filme, trabalhar juntos, e o amor.

A relação que é explorada ao longo do filme é muito intensa. Sentem que o vosso relacionamento na vida real ajudou a contar a história melhor?
Tatiana Maslany: Eu não acho que quisessemos contar com o conhecimento que temos um do outro para realizar o filme. Foi um bônus conhecermo-nos desta forma e termos a compreensão um do outro, o respeito um pelo outro, e uma necessidade real para trabalhar em conjunto. Eu acho que tudo isso alimentou o filme.

Tom Cullen: O relacionamento ajudou ao processo de agir. Em termos de personagens e de relação, é tão exterior a nós e à nossa relação. Acho que a ideia de usar a experiência pessoal em qualquer trabalho que faço, difícil.


Foi de alguma forma
extenuante?
Maslany: Honestamente, foi muito divertido. Eu acho que é por causa da maneira que nós filmamos, a maneira do Joey [Klein, o realizador] nos deixar interpretar. Acho que estas personagens – falo por Emily – têm uma vida emocional enorme que coexiste em todos os momentos. Nesse peso, há sempre momentos altos também. Nunca senti como se estivesse a ir para casa e pensar, “Foda-se. Eu odeio isto.” Eu pensava mais,” Oh meu Deus. Eu estou tão ligada a isto e sinto-me tão viva “.

Cullen: Ser capaz de trabalhar com Tat, que é uma atriz que eu considero uma das melhores atrizes da sua geração, estava consumida com esse sentimento de gratidão por todo o processo.

Estou sempre nervosa quando vejo filmes onde o protagonista tem problemas de saúde mental, porque tenho medo de que caia no cliché, ou que seja limitado a sua doença, ou “salvo” por um homem. Foi algo que vocês discutiram para se certificar de que isso não acontecia a Emily?
Maslany: Isso era algo com que me preocupava também, apenas por causa dos exemplos que temos tido em termos de papéis femininos. Mas, para mim, eu também tinha que tentar, afinal, o sonho desta personagem é ser mais do que a sua doença. Esta é a grande motivação que tem através do filme, para ser mais do que isso, para definir-se como mais do que isso. Ela quer ir para a escola. Ela quer viver uma vida onde possa controlar as coisas e possa ser a criadora do seu próprio destino, e não ser definida por ele. Eu acho que isto é o que Nickie lhe oferece, esta oportunidade de se ligar com alguém a um nível que não é “Eu sou o teu protetor.” Ambos profundamente precisamos um dos outro e, mesmo na sua doença, ela é capaz de oferecer-lhe uma grande quantidade de saúde.

Cullen: Em nenhum momento Emily foi definida por uma doença mental. Esta é uma personagem que é também pintora, que é efervescente, que é muitas coisas. E também, ela é bipolar. Eu acho que eles são duas pessoas que necessariamente não se encaixam no mundo. Isso não tem nada a ver com o facto de que ela sofre de ser bipolar ou de que ele está em luto; Eu acho que eles são apenas duas pessoas que apenas não se encaixam muito bem.

Maslany: Ambos têm um amigo. Acho que é isso.

Quando eu vi o filme, o meu primeiro pensamento foi: “Eu quero pedir-lhes conselhos sobre relacionamentos.”
Maslany: Está tudo fodido. [Risos.]

Verdade! O que vocês acham que o filme tem a dizer sobre o amor?
Cullen: Para mim, diz que a conexão humana é vital e que é importante. O amor é uma grande palavra que é indefinível. Ela precisa de ser dividida em mais categorias complexas.

Maslany: Nunca é perfeito. Eu gosto da ideia de que quando estou a ver um filme pensar, “Eu não sei se estes dois são bons um para o outro” e também, “Estes dois são surpreendentes para o outro.” Essa complexidade é o que estou interessada ​​em explorar no amor. É esse perigo.

Fonte

Bruna Pias | Março 20, 2016 | Artigos, Entrevistas, Filmes, Tatiana Maslany, The Other Half | comentários

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O novo programa que sucede a “Orphan Black” receberá Tatiana como primeira convidada

Orphan Black continua em força, e já na sua quarta temporada, a série nunca foi tão forte. Foi hoje anunciado que o drama aclamado pela crítica terá um programa pós-série intitulado “After The Black”, na veia de “Talking Dead”.
After The Black contará com um número de pedaços e momentos que os maiores fãs não vai querer perder, tais como cenas exclusivas do episódio da semana seguinte, behind the scenes, e, claro, entrevistas exclusivas com o elenco e a equipe. Além disso, também foi revelado que a protagonista, Tatiana Maslany, aparecerá no primeiro episódio a 14 de abril para discutir o que vai acontecer na quarta temporada.
Os apresentadores Ajay Fry, Morgan Hoffman e Teddy Wilson  da InnerSpace estaram no comando do programa, em que cada episódio terá a duração de 30 minutos logo após o episódio da semana de “Orphan Black”. Se já viste Talking Dead na AMC que segue The Walking Dead, saberás que ele apresenta alguns temas de conversa muito interessantes sobre o episódio da semana. Sabemos que Orphan Black pode ser muito misterioso, e geralmente há um monte de teorias sobre o que está para acontecer, por isso vai ser interessante ver como isso vai contribuir para o programa.
O comunicado de imprensa afirma que o programa é “Uma discussão de 30 minutos animada com o elenco, a equipa e convidados especiais” com “sugestões de enredo e reviravoltas, teorias sobre episódios futuros e segmentos especiais, incluindo behind-the-scenes“.
Orphan Black volta à BBC America a 14 de abril “After the Black” irá para o ar às 11h.

Bruna Pias | Março 28, 2016 | Artigos, Notícias, Orphan Black, Tatiana Maslany | comentários

O Casal Ficcional e Também Real Tatiana Maslany e Tom Cullen Explicam o Amor

Tatiana Maslany e Tom Cullen em entrevista ao site Complex:

Conversar com Tatiana Maslany e Tom Cullen é imediatamente intoxicante. O casal de “The other Half” que estreou no início desta semana no SXSW. O insanamente talentoso par (e para ser honesta, super giro) tem estado à frente de algumas das melhores séries na televisão, Cullen em Downton Abbey e Black Mirror e Maslany com os seus vários papéis na incrível Orphan Black. (Onde está o seu Emmy?)

A química intensa dos dois, obviamente ajuda a elevar “The Other Half”, um drama romântico sobre Nickie (Cullen), um homem sem rumo atingido pelo sofrimento que recebe uma wake up call, quando  tem um encontro casual com a magnética Emily (Maslany). Os dois vão se envolvendo antes de se comprometerem a embarcar num, relacionamento bastante difícil, que é ainda mais complicado pelo transtorno bipolar de Emily. Sentamos com Maslany e Cullen para falar sobre o filme, trabalhar juntos, e o amor.

A relação que é explorada ao longo do filme é muito intensa. Sentem que o vosso relacionamento na vida real ajudou a contar a história melhor?
Tatiana Maslany: Eu não acho que quisessemos contar com o conhecimento que temos um do outro para realizar o filme. Foi um bônus conhecermo-nos desta forma e termos a compreensão um do outro, o respeito um pelo outro, e uma necessidade real para trabalhar em conjunto. Eu acho que tudo isso alimentou o filme.

Tom Cullen: O relacionamento ajudou ao processo de agir. Em termos de personagens e de relação, é tão exterior a nós e à nossa relação. Acho que a ideia de usar a experiência pessoal em qualquer trabalho que faço, difícil.


Foi de alguma forma
extenuante?
Maslany: Honestamente, foi muito divertido. Eu acho que é por causa da maneira que nós filmamos, a maneira do Joey [Klein, o realizador] nos deixar interpretar. Acho que estas personagens – falo por Emily – têm uma vida emocional enorme que coexiste em todos os momentos. Nesse peso, há sempre momentos altos também. Nunca senti como se estivesse a ir para casa e pensar, “Foda-se. Eu odeio isto.” Eu pensava mais,” Oh meu Deus. Eu estou tão ligada a isto e sinto-me tão viva “.

Cullen: Ser capaz de trabalhar com Tat, que é uma atriz que eu considero uma das melhores atrizes da sua geração, estava consumida com esse sentimento de gratidão por todo o processo.

Estou sempre nervosa quando vejo filmes onde o protagonista tem problemas de saúde mental, porque tenho medo de que caia no cliché, ou que seja limitado a sua doença, ou “salvo” por um homem. Foi algo que vocês discutiram para se certificar de que isso não acontecia a Emily?
Maslany: Isso era algo com que me preocupava também, apenas por causa dos exemplos que temos tido em termos de papéis femininos. Mas, para mim, eu também tinha que tentar, afinal, o sonho desta personagem é ser mais do que a sua doença. Esta é a grande motivação que tem através do filme, para ser mais do que isso, para definir-se como mais do que isso. Ela quer ir para a escola. Ela quer viver uma vida onde possa controlar as coisas e possa ser a criadora do seu próprio destino, e não ser definida por ele. Eu acho que isto é o que Nickie lhe oferece, esta oportunidade de se ligar com alguém a um nível que não é “Eu sou o teu protetor.” Ambos profundamente precisamos um dos outro e, mesmo na sua doença, ela é capaz de oferecer-lhe uma grande quantidade de saúde.

Cullen: Em nenhum momento Emily foi definida por uma doença mental. Esta é uma personagem que é também pintora, que é efervescente, que é muitas coisas. E também, ela é bipolar. Eu acho que eles são duas pessoas que necessariamente não se encaixam no mundo. Isso não tem nada a ver com o facto de que ela sofre de ser bipolar ou de que ele está em luto; Eu acho que eles são apenas duas pessoas que apenas não se encaixam muito bem.

Maslany: Ambos têm um amigo. Acho que é isso.

Quando eu vi o filme, o meu primeiro pensamento foi: “Eu quero pedir-lhes conselhos sobre relacionamentos.”
Maslany: Está tudo fodido. [Risos.]

Verdade! O que vocês acham que o filme tem a dizer sobre o amor?
Cullen: Para mim, diz que a conexão humana é vital e que é importante. O amor é uma grande palavra que é indefinível. Ela precisa de ser dividida em mais categorias complexas.

Maslany: Nunca é perfeito. Eu gosto da ideia de que quando estou a ver um filme pensar, “Eu não sei se estes dois são bons um para o outro” e também, “Estes dois são surpreendentes para o outro.” Essa complexidade é o que estou interessada ​​em explorar no amor. É esse perigo.

Fonte

Bruna Pias | Março 20, 2016 | Artigos, Entrevistas, Filmes, Tatiana Maslany, The Other Half | comentários

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