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Tatiana Maslany para a “Rolling Stone”

Tatiana fala dos Emmys, dos 9 clones que já interpretou em “Orphan Black” e muito mais em entrevista ao site da Rolling Stone!

Na viciante série da BBC America “Orphan Black”, Tatiana Maslany interpreta não só uma das melhores performances na televisão – mas sim nove, para já. O thriller de suspence, agora no início da sua terceira temporada, centra-se num programa do governo secreto que tem por objetivo a pesquisa da clonagem. Maslany, 29, interpreta pessoas muito diferentes, com ADNs idênticos, desde a aterrorizadora Helena à mão suburbana passiva-agressiva, Alison. Elas compartilham cenas da série, através de uma fusão perfeita de efeitos visuais e, claro, uma atuação virtuosa. Maslany, nativa do Canadá, disse no set de um filme em que está a trabalhar na província mais nortenha e frígida do seu país de origem. “Construímos um iglu no outro dia”, disse ela. “Com é normal fazer.”

Rolling Stone: Estão 50 graus abaixo de zero, onde estás, mas pelo menos só tens que fazer de uma personagem, certo?
Tatiana: Sim, é como se estivesse numa praia, neste momento.

É incrível como nunca tenhas sido nomeada para os Emmys – achas que há um preconceito no que toca às séries de género?
Há uma idéia de que a atuação é menos importante do que os efeitos especiais [nestes espetáculos], mas o que é engraçado é que na nossa série os efeitos especiais e as atuações são quase a mesma coisa. Eles não poderiam existir um sem o outro. Não estamos a lidar com naves espaciais – apenas colocamos duas personagens interpretadas pela uma pessoa no mesmo quarto. Para mim, o nosso programa é mais um drama de personagem com elementos de comédia e horror do que uma série de ficção científica.

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Bruna Pias | Abril 27, 2015 | Artigos, Entrevistas, Orphan Black, Sessões Fotográficas, Tatiana Maslany | 1 comentário em Tatiana Maslany para a “Rolling Stone”

Terceira Temporada de “Orphan Black”: Tatiana fala dos clones masculinos e das fortes personagens femininas

Aqui fica a entrevista da Tatiana à Variety.

A estrela de “Orphan Black” Tatiana Maslany torna o trabalho mais difícil na televisão parecer escasso em esforço – retratando vários clones no drama da BBC America com tanta verossimilhança, é fácil esquecer que ela é uma atriz e não quatro. Na terceira temporada do êxito de ficção científica , que estréia sábado, 18 de abril, às 9 horas na BBC America (e através de redes-irmãs AMC, IFC, SundanceTV e We TV) o quarteto das irmãs de Maslany – Sarah, Alison, Cosima e Helena – são assoladas por inimigos antigos e novos, incluindo um grupo de clones do sexo masculino criados pelos militares como parte de um programa chamado “Projeto Castor”, todos conscientes das suas origens – um contraste marcante em relação ao “Projeto Leda” e os clones do Maslany. À frente da nova temporada, a Variety falou com Maslany sobre o impacto dos clones Castor, a evolução dos seus muitos personagens, e os prós e contras de ser apelidado como a porta-estandarte dos “fortes personagens femininos” na televisão.

Variety: Além da inclusão óbvia dos clones Castor, em que é que a terceira temporada difere das duas anteriores?

Tatiana: As clones começam separadas e vê-mo-las em circunstâncias muito diferentes, todas eles. Não estão numa unidade momentânea, e há este afastamento, o que vai contra a forma como nós terminamos a última temporada, onde houve uma festa e essa unidade era vista como irmandade. Agora foram todas forçadas a separar-se, e é sobre isto e sobre como a irmandade conseguirá lidar com essa separação.

Podes dar uma previsão sobre os arcos individuais dos nossos quatro clones centrais nesta temporada? Obviamente a Sarah irá investigar o projeto Castor e Topside, mas onde é que encontramos cada irmã no pontapé de saída?

A última vez que vimos Helena, ela foi raptada e levada para algum lugar que parecia ser uma espécie de base militar, e por isso acaba por acordar numa caixa num lugar remoto, quente, e não temos exatamente a certeza do que se está a passar. E Alison e Donnie (Kristian Bruun) voltam a estar juntos como uma unidade e vê-mo-los como uma equipa pela primeira vez na série e entendemos o porquê de eles serem um casal, é por isso que se amam, e estão prontos para novas aventuras. Não vou dizer exatamente o quê, mas eles estão definitivamente unidos. E a Sarah enfrenta algumas decisões realmente difíceis … ela não sabe o que a Mrs. S (Maria Doyle Kennedy) fez [ao entregar Helena aos militares] e quando descobre, obviamente, e tem que recambiar a sua vida e o que irá fazer agora. E Cosima teve esta experiência de quase morte, que aparece no final da segunda temporada, e por isso continua a encarar a mortalidade e a traição do seu corpo – o ficar doente, e o da ciência ser ela, agora. Não é algo que ela possa olhar a partir do exterior mas, agora ela vive-o, por isso é uma perspectiva diferente para ela. Lê mais »

Bruna Pias | Abril 18, 2015 | Entrevistas, Orphan Black, Tatiana Maslany | 4 comentários em Terceira Temporada de “Orphan Black”: Tatiana fala dos clones masculinos e das fortes personagens femininas

“O que é que as 13 Mulheres mais fortes da Televisão têm em comum? Elas são todas a Tatiana Maslany”

Entrevista da Tatiana à Adweek!

A estrela de Orphan Black cria clones com uma individualidade interminável. Por: TL Stanley

À alguns anos atrás, Tatiana Maslany era um atriz recorrente com costeletas de improvisação, alguns programas de TV e pequenos papéis em filmes no seu currículo e um perfil pouco conhecido fora do país natal, Canadá.
Estes dias estão definitivamente atrás dela.
Agora Tatiana apresenta-se regularmente em convenções e encontros de fãs como a Comic-Con de San Diego e é reverenciada por críticos de TV pelo seu trabalho muito elogiado no sci-fi, thriller de BBC America Orphan Black. Na série, a atriz de 29 anos manipula múltiplos papéis – uma série estonteante de clones irmãs, totalizando 13 personagens lá pelo final da segunda temporada – numa série cheia de twists e emocionante que explora a natureza versus criação, com o acrescento intrigante do exército, uma corporação sinistra e um culto religioso.

Até agora, já acumulou dois Critics Choice Awards, juntamente com nomeações para o Globo de Ouro e o Screen Actors Guild, por retratar uma vigarista britânica Sarah, a polícia Beth, uma assassina psicopata Helena, uma mãe de futebol suburbano Alison e a hippie cientista Cosima, entre outras gêmeos de laboratório. Mesmo a Meryl Streep nunca há ido tão longe.
Logo após a estreia, um crítico aclamou a preformance de Maslany, que às vezes tem intrepreta mais do que um clone numa única cena, “uma atuação a nível Olímpico.” Além de Orphan Black, Maslany aparece no drama recém-lançado “Woman in Gold”, com Helen Mirren e Ryan Reynolds, e no próximo romance indie “Two Lovers And a Bear”. E ao levá-la para territórios de grande sucesso, o seu nome foi ligado ao novo spinoff de Star Wars. Maslany conversou com a Adweek sobre o seu papel de estreia, os seus novos “irmãos” que chegam na 3ª temporada e o amor por Broad City.

Adweek: Como foi a audição para ?
Maslany: Foi muito intenso e meio louco, mas muito divertido. Eu fiz uma maratona de dois dias de jogar quatro ou cinco dos personagens, e eu não sabia como ele iria, mas eu estava realmente grato por poder jogar esses personagens, mesmo para um breve período de tempo. Então eu li em frente ao personagem Felix, e Jordan [Gavaris] e eu tinha um monte de diversão lá. Sentimos como se conheciam uns aos outros mesmo que nunca tinha conhecido antes.

Será que ela fica mais fácil para desempenhar múltiplos papéis, vários clones em uma cena ou clones personificando clones?
Kind of-pelo menos o lado técnico dela, porque eu estou acostumado a esse processo agora. Em cada cena diferente, tentamos empurrar e desafiar-nos mais, ser mais corajosos e mais ousado com as coisas que podemos fazer. Por isso é sempre um desafio, mas isso é definitivamente porque eu amo o trabalho.

Será que o seu fundo em improv comedy de ajuda?
Tem sido de valor inestimável, porque com improvisação, por isso, muitas vezes você está agindo em uma tela em branco. Você não tem fantasias ou adereços, e você vai para onde o impulso do momento que você toma. Você está fazendo exercícios de imaginação, e torna-lo mais confortável estar sozinho no palco. Isso me ajudou imensamente na criação deste personagem.

Como você acha que bustos Orphan Preto estereótipos para personagens femininos fortes?
Todos os personagens têm uma complexidade para eles, uma individualidade sem remorso. Eles não são fisicamente sobre-humana e sem emoção e sem falhas. Ter uma personagem feminina forte, não significa que ela está além do sofrimento e fragilidade. Há um destemor. Isso para mim é forte escrita para as mulheres. Ele desafia gênero.

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Bruna Pias | Abril 6, 2015 | Artigos, Entrevistas, Fotos | 3 comentários em “O que é que as 13 Mulheres mais fortes da Televisão têm em comum? Elas são todas a Tatiana Maslany”

“As Muitas Faces de Tatiana Maslany”

Um artigo da New York Times Magazine por Lili Loofburow.

Ao retratar uma horde de clones em Orphan Black, a atriz criou a mais estranha – e mais sofisticada – noção de feminilidade.

Na grande aventura duma visita ao set entramos num universo onde todos – absolutamente todos – são profissionais no jogo de fingir. Eles são admiravelmente adultos sobre isto. Eles bebem café, sentam-se em cadeiras e operam máquinas, como se não houvesse luzes tão quentes ppossíveis de banir o inverno lá fora, como se fosse perfeitamente normal para um interior sufocante parecer-se empoeirado como uma fachada queimada. Os interiores tornam-se exteriores aqui, e uma gravilha descalça transforma um chão acústico num deserto de areia.

Mas as ilusões são particularmente vertiginosas no set de Orphan Black, a série original do canal BBC America que conta com a mesma estrela repetidamente. Sabes, Orphan Black, é sobre um grupo de clones perseguidos, e todos eles são protagonizados por Tatiana Maslany, uma jovem atriz de 29 anos que já levou as múltiplas personagens a serem idolatradas pelo público e críticos. Numa recente manhã em Toronto, Maslany vestia uma peruca loira desgrenhada e estava vestida de Helena, a muito perigosa clone Ucraniana assassina. A sua face estava coberta de sangue e sujidade. Ela não estava – pelo menos no que pude notar – a pensar na sua nomeação para os Screen Actors Guild Awards que havia recebido naquela manhã, ou (como eu estava) as circunstancias que a fizeram cair da bola da fama. Em vez disso ela estava focada numa manteiga.

A equipa preparava-se para filmar uma metade de uma cena entre dois clones que haviam começado um dia antes, quando Maslany interpretava Sarah Manning, uma inteligente ladra de rua que protagoniza a série. Helena, em contraste é fugitiva de um culto com tendências homicidas e uma raivosa relação com comida.O realizador do episódio, David Frazee, e Maslany falavam sobre como o apetite insaciável de Helena conduziria as suas ações pela cena. E a manteiga estava presente no plano, mas não estava destina a ser comida. Iria Helena ser capaz de resistir? Ainda que uma pequena dentada?

“Vais lamber a manteiga?” pergunta Frazee.

A equipa e elenco de Orphan Black trabalha meticulosamente sobre detalhes como este, a favor de uma contemplação maior (ou, até mesmo, demolição) dos estereótipos das personagens femininas em televisão. A premissa da série permite a Maslany interpretar uma diversidade de personagens – uma ladra punk-rock, Sarah; uma mãe dos subúrbios, Alison Hendrix; uma geek drogada, Cosima Niehaus; a psicopata Ucraniana, Helena; a mulher de carreira, Rachel Duncan; uma policia com problemas com comprimidos, Elizabeth Childs; e muitas outras – em compasso com todos os tipos de mulher que é possível interpretar em Hollywood on na TV. (A legião de fãs de Maslany chamam-se a si mesmos #CloneClub no Twitter e tendo em conta que os créditos deviam dizer “Tatiana Maslany”nove ou mais vezes, uma vez por clone.)

No seu objeto de estudo, Orphan Black debruça-se na génese da biologia e da natureza humana, mas na sua execução, a série estende-se também sobre a mesma questão quanto aos géneros. O que farias a mesma exata mulher num contexto de “Donas de Casa Desesperadas” ou num filme de terror da Europa do Leste? E uma policia procedural? O resultado está na revelação: Em vez de cada arquétipo exista separadamente com a sua própria perspectiva do universo, estes tipos isolados encontram-se umas às outra, juntam-se e procuram libertar-se do sistema maléfico que as criou. Lê mais »

Bruna Pias | Abril 2, 2015 | Entrevistas, Orphan Black, Tatiana Maslany | 7 comentários em “As Muitas Faces de Tatiana Maslany”

Críticas a “Woman in Gold”

O novo filme da Tatiana “Woman in Gold” já foi avaliado por diversos críticos e, infelizmente, parece que a opinião não é lá muito popular. O National Post dá ao filme 1.5 estrelas dizendo que “é [o filme] uma simplificação da história e da cultura”, fazendo apenas menção ao trabalho de Maslany enquanto “uma noiva que fala alemão”. Por sua vez, o Oakland Press dá a mesma avaliação e apenas faz uma pequena referencia à personagem da Tatiana. Já o State Journal-Register dá-lhe uma nota de B-, e refere que os momentos interpretados por Maslany são os que oferecem “alguma emoção”. Não parece estar a correr bem para o novo projeto de Tatiana, mas penso que os melhores críticos são mesmo os espectadores e, tal como esperamos por Orphan Black, esperamos por “Woman in Gold” com o mesmo entusiasmo.

Bruna Pias | Abril 1, 2015 | Filmes, Tatiana Maslany | 1 comentário em Críticas a “Woman in Gold”

Tatiana Maslany para a “Rolling Stone”

Tatiana fala dos Emmys, dos 9 clones que já interpretou em “Orphan Black” e muito mais em entrevista ao site da Rolling Stone!

Na viciante série da BBC America “Orphan Black”, Tatiana Maslany interpreta não só uma das melhores performances na televisão – mas sim nove, para já. O thriller de suspence, agora no início da sua terceira temporada, centra-se num programa do governo secreto que tem por objetivo a pesquisa da clonagem. Maslany, 29, interpreta pessoas muito diferentes, com ADNs idênticos, desde a aterrorizadora Helena à mão suburbana passiva-agressiva, Alison. Elas compartilham cenas da série, através de uma fusão perfeita de efeitos visuais e, claro, uma atuação virtuosa. Maslany, nativa do Canadá, disse no set de um filme em que está a trabalhar na província mais nortenha e frígida do seu país de origem. “Construímos um iglu no outro dia”, disse ela. “Com é normal fazer.”

Rolling Stone: Estão 50 graus abaixo de zero, onde estás, mas pelo menos só tens que fazer de uma personagem, certo?
Tatiana: Sim, é como se estivesse numa praia, neste momento.

É incrível como nunca tenhas sido nomeada para os Emmys – achas que há um preconceito no que toca às séries de género?
Há uma idéia de que a atuação é menos importante do que os efeitos especiais [nestes espetáculos], mas o que é engraçado é que na nossa série os efeitos especiais e as atuações são quase a mesma coisa. Eles não poderiam existir um sem o outro. Não estamos a lidar com naves espaciais – apenas colocamos duas personagens interpretadas pela uma pessoa no mesmo quarto. Para mim, o nosso programa é mais um drama de personagem com elementos de comédia e horror do que uma série de ficção científica.

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Bruna Pias | Abril 27, 2015 | Artigos, Entrevistas, Orphan Black, Sessões Fotográficas, Tatiana Maslany | 1 comentário em Tatiana Maslany para a “Rolling Stone”

Terceira Temporada de “Orphan Black”: Tatiana fala dos clones masculinos e das fortes personagens femininas

Aqui fica a entrevista da Tatiana à Variety.

A estrela de “Orphan Black” Tatiana Maslany torna o trabalho mais difícil na televisão parecer escasso em esforço – retratando vários clones no drama da BBC America com tanta verossimilhança, é fácil esquecer que ela é uma atriz e não quatro. Na terceira temporada do êxito de ficção científica , que estréia sábado, 18 de abril, às 9 horas na BBC America (e através de redes-irmãs AMC, IFC, SundanceTV e We TV) o quarteto das irmãs de Maslany – Sarah, Alison, Cosima e Helena – são assoladas por inimigos antigos e novos, incluindo um grupo de clones do sexo masculino criados pelos militares como parte de um programa chamado “Projeto Castor”, todos conscientes das suas origens – um contraste marcante em relação ao “Projeto Leda” e os clones do Maslany. À frente da nova temporada, a Variety falou com Maslany sobre o impacto dos clones Castor, a evolução dos seus muitos personagens, e os prós e contras de ser apelidado como a porta-estandarte dos “fortes personagens femininos” na televisão.

Variety: Além da inclusão óbvia dos clones Castor, em que é que a terceira temporada difere das duas anteriores?

Tatiana: As clones começam separadas e vê-mo-las em circunstâncias muito diferentes, todas eles. Não estão numa unidade momentânea, e há este afastamento, o que vai contra a forma como nós terminamos a última temporada, onde houve uma festa e essa unidade era vista como irmandade. Agora foram todas forçadas a separar-se, e é sobre isto e sobre como a irmandade conseguirá lidar com essa separação.

Podes dar uma previsão sobre os arcos individuais dos nossos quatro clones centrais nesta temporada? Obviamente a Sarah irá investigar o projeto Castor e Topside, mas onde é que encontramos cada irmã no pontapé de saída?

A última vez que vimos Helena, ela foi raptada e levada para algum lugar que parecia ser uma espécie de base militar, e por isso acaba por acordar numa caixa num lugar remoto, quente, e não temos exatamente a certeza do que se está a passar. E Alison e Donnie (Kristian Bruun) voltam a estar juntos como uma unidade e vê-mo-los como uma equipa pela primeira vez na série e entendemos o porquê de eles serem um casal, é por isso que se amam, e estão prontos para novas aventuras. Não vou dizer exatamente o quê, mas eles estão definitivamente unidos. E a Sarah enfrenta algumas decisões realmente difíceis … ela não sabe o que a Mrs. S (Maria Doyle Kennedy) fez [ao entregar Helena aos militares] e quando descobre, obviamente, e tem que recambiar a sua vida e o que irá fazer agora. E Cosima teve esta experiência de quase morte, que aparece no final da segunda temporada, e por isso continua a encarar a mortalidade e a traição do seu corpo – o ficar doente, e o da ciência ser ela, agora. Não é algo que ela possa olhar a partir do exterior mas, agora ela vive-o, por isso é uma perspectiva diferente para ela. Lê mais »

Bruna Pias | Abril 18, 2015 | Entrevistas, Orphan Black, Tatiana Maslany | 4 comentários em Terceira Temporada de “Orphan Black”: Tatiana fala dos clones masculinos e das fortes personagens femininas

“O que é que as 13 Mulheres mais fortes da Televisão têm em comum? Elas são todas a Tatiana Maslany”

Entrevista da Tatiana à Adweek!

A estrela de Orphan Black cria clones com uma individualidade interminável. Por: TL Stanley

À alguns anos atrás, Tatiana Maslany era um atriz recorrente com costeletas de improvisação, alguns programas de TV e pequenos papéis em filmes no seu currículo e um perfil pouco conhecido fora do país natal, Canadá.
Estes dias estão definitivamente atrás dela.
Agora Tatiana apresenta-se regularmente em convenções e encontros de fãs como a Comic-Con de San Diego e é reverenciada por críticos de TV pelo seu trabalho muito elogiado no sci-fi, thriller de BBC America Orphan Black. Na série, a atriz de 29 anos manipula múltiplos papéis – uma série estonteante de clones irmãs, totalizando 13 personagens lá pelo final da segunda temporada – numa série cheia de twists e emocionante que explora a natureza versus criação, com o acrescento intrigante do exército, uma corporação sinistra e um culto religioso.

Até agora, já acumulou dois Critics Choice Awards, juntamente com nomeações para o Globo de Ouro e o Screen Actors Guild, por retratar uma vigarista britânica Sarah, a polícia Beth, uma assassina psicopata Helena, uma mãe de futebol suburbano Alison e a hippie cientista Cosima, entre outras gêmeos de laboratório. Mesmo a Meryl Streep nunca há ido tão longe.
Logo após a estreia, um crítico aclamou a preformance de Maslany, que às vezes tem intrepreta mais do que um clone numa única cena, “uma atuação a nível Olímpico.” Além de Orphan Black, Maslany aparece no drama recém-lançado “Woman in Gold”, com Helen Mirren e Ryan Reynolds, e no próximo romance indie “Two Lovers And a Bear”. E ao levá-la para territórios de grande sucesso, o seu nome foi ligado ao novo spinoff de Star Wars. Maslany conversou com a Adweek sobre o seu papel de estreia, os seus novos “irmãos” que chegam na 3ª temporada e o amor por Broad City.

Adweek: Como foi a audição para ?
Maslany: Foi muito intenso e meio louco, mas muito divertido. Eu fiz uma maratona de dois dias de jogar quatro ou cinco dos personagens, e eu não sabia como ele iria, mas eu estava realmente grato por poder jogar esses personagens, mesmo para um breve período de tempo. Então eu li em frente ao personagem Felix, e Jordan [Gavaris] e eu tinha um monte de diversão lá. Sentimos como se conheciam uns aos outros mesmo que nunca tinha conhecido antes.

Será que ela fica mais fácil para desempenhar múltiplos papéis, vários clones em uma cena ou clones personificando clones?
Kind of-pelo menos o lado técnico dela, porque eu estou acostumado a esse processo agora. Em cada cena diferente, tentamos empurrar e desafiar-nos mais, ser mais corajosos e mais ousado com as coisas que podemos fazer. Por isso é sempre um desafio, mas isso é definitivamente porque eu amo o trabalho.

Será que o seu fundo em improv comedy de ajuda?
Tem sido de valor inestimável, porque com improvisação, por isso, muitas vezes você está agindo em uma tela em branco. Você não tem fantasias ou adereços, e você vai para onde o impulso do momento que você toma. Você está fazendo exercícios de imaginação, e torna-lo mais confortável estar sozinho no palco. Isso me ajudou imensamente na criação deste personagem.

Como você acha que bustos Orphan Preto estereótipos para personagens femininos fortes?
Todos os personagens têm uma complexidade para eles, uma individualidade sem remorso. Eles não são fisicamente sobre-humana e sem emoção e sem falhas. Ter uma personagem feminina forte, não significa que ela está além do sofrimento e fragilidade. Há um destemor. Isso para mim é forte escrita para as mulheres. Ele desafia gênero.

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Bruna Pias | Abril 6, 2015 | Artigos, Entrevistas, Fotos | 3 comentários em “O que é que as 13 Mulheres mais fortes da Televisão têm em comum? Elas são todas a Tatiana Maslany”

“As Muitas Faces de Tatiana Maslany”

Um artigo da New York Times Magazine por Lili Loofburow.

Ao retratar uma horde de clones em Orphan Black, a atriz criou a mais estranha – e mais sofisticada – noção de feminilidade.

Na grande aventura duma visita ao set entramos num universo onde todos – absolutamente todos – são profissionais no jogo de fingir. Eles são admiravelmente adultos sobre isto. Eles bebem café, sentam-se em cadeiras e operam máquinas, como se não houvesse luzes tão quentes ppossíveis de banir o inverno lá fora, como se fosse perfeitamente normal para um interior sufocante parecer-se empoeirado como uma fachada queimada. Os interiores tornam-se exteriores aqui, e uma gravilha descalça transforma um chão acústico num deserto de areia.

Mas as ilusões são particularmente vertiginosas no set de Orphan Black, a série original do canal BBC America que conta com a mesma estrela repetidamente. Sabes, Orphan Black, é sobre um grupo de clones perseguidos, e todos eles são protagonizados por Tatiana Maslany, uma jovem atriz de 29 anos que já levou as múltiplas personagens a serem idolatradas pelo público e críticos. Numa recente manhã em Toronto, Maslany vestia uma peruca loira desgrenhada e estava vestida de Helena, a muito perigosa clone Ucraniana assassina. A sua face estava coberta de sangue e sujidade. Ela não estava – pelo menos no que pude notar – a pensar na sua nomeação para os Screen Actors Guild Awards que havia recebido naquela manhã, ou (como eu estava) as circunstancias que a fizeram cair da bola da fama. Em vez disso ela estava focada numa manteiga.

A equipa preparava-se para filmar uma metade de uma cena entre dois clones que haviam começado um dia antes, quando Maslany interpretava Sarah Manning, uma inteligente ladra de rua que protagoniza a série. Helena, em contraste é fugitiva de um culto com tendências homicidas e uma raivosa relação com comida.O realizador do episódio, David Frazee, e Maslany falavam sobre como o apetite insaciável de Helena conduziria as suas ações pela cena. E a manteiga estava presente no plano, mas não estava destina a ser comida. Iria Helena ser capaz de resistir? Ainda que uma pequena dentada?

“Vais lamber a manteiga?” pergunta Frazee.

A equipa e elenco de Orphan Black trabalha meticulosamente sobre detalhes como este, a favor de uma contemplação maior (ou, até mesmo, demolição) dos estereótipos das personagens femininas em televisão. A premissa da série permite a Maslany interpretar uma diversidade de personagens – uma ladra punk-rock, Sarah; uma mãe dos subúrbios, Alison Hendrix; uma geek drogada, Cosima Niehaus; a psicopata Ucraniana, Helena; a mulher de carreira, Rachel Duncan; uma policia com problemas com comprimidos, Elizabeth Childs; e muitas outras – em compasso com todos os tipos de mulher que é possível interpretar em Hollywood on na TV. (A legião de fãs de Maslany chamam-se a si mesmos #CloneClub no Twitter e tendo em conta que os créditos deviam dizer “Tatiana Maslany”nove ou mais vezes, uma vez por clone.)

No seu objeto de estudo, Orphan Black debruça-se na génese da biologia e da natureza humana, mas na sua execução, a série estende-se também sobre a mesma questão quanto aos géneros. O que farias a mesma exata mulher num contexto de “Donas de Casa Desesperadas” ou num filme de terror da Europa do Leste? E uma policia procedural? O resultado está na revelação: Em vez de cada arquétipo exista separadamente com a sua própria perspectiva do universo, estes tipos isolados encontram-se umas às outra, juntam-se e procuram libertar-se do sistema maléfico que as criou. Lê mais »

Bruna Pias | Abril 2, 2015 | Entrevistas, Orphan Black, Tatiana Maslany | 7 comentários em “As Muitas Faces de Tatiana Maslany”

Críticas a “Woman in Gold”

O novo filme da Tatiana “Woman in Gold” já foi avaliado por diversos críticos e, infelizmente, parece que a opinião não é lá muito popular. O National Post dá ao filme 1.5 estrelas dizendo que “é [o filme] uma simplificação da história e da cultura”, fazendo apenas menção ao trabalho de Maslany enquanto “uma noiva que fala alemão”. Por sua vez, o Oakland Press dá a mesma avaliação e apenas faz uma pequena referencia à personagem da Tatiana. Já o State Journal-Register dá-lhe uma nota de B-, e refere que os momentos interpretados por Maslany são os que oferecem “alguma emoção”. Não parece estar a correr bem para o novo projeto de Tatiana, mas penso que os melhores críticos são mesmo os espectadores e, tal como esperamos por Orphan Black, esperamos por “Woman in Gold” com o mesmo entusiasmo.

Bruna Pias | Abril 1, 2015 | Filmes, Tatiana Maslany | 1 comentário em Críticas a “Woman in Gold”