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Magazine HD: “Stronger – A Força de Viver, em análise”

Leiam em baixo as partes referentes à interpretação da Tatiana Maslany em Stronger presentes no artigo publicado pela Magazine HD:

“Stronger – A Força de Viver” é uma história de superação que foge ao oscar bait através de nuances que o tornam cru, íntimo e familiar. Jake Gyllenhaal e Tatiana Maslany: o filme é deles.

“Stronger” utiliza o atentado como inciting incident, e entrega-se por completo a um só sobrevivente. A história da recuperação de Jeff Bauman (Jake Gyllenhaal), herói e símbolo de esperança para a cidade de Boston.

Um dos pontos positivos de “Stronger” é a capacidade de fugir à tentação de ser um oscar bait. Embora preserve aqui e ali traços de história inspiradora e patriótica, com bandeiras ondulantes e estádios emocionados, o filme é menos tudo isso, e mais a exploração realista e humana dos desafios do dia-a-dia. É, aliás, mais forçado quando se assume como mais macro, de grande escala (evento), emocionando quando tudo é tangível. Próximo. Familiar.

Ponto de partida. Jeff Bauman (Gyllenhaal) vive com a sua mãe alcoólica (Miranda Richardson) num apartamento pequeno e coleciona inícios e fins de relação com a ex-namorada Erin (Tatiana Maslany), frustrada com a sua falta de compromisso e farta que Jeff “nunca saia de casa e nunca apareça”. E Jeff aparece. No dia errado, no sítio errado e à hora errada, para dar apoio a Erin na maratona de Boston. Era uma vez umas pernas.

Esta tirada insensível combina, porém, com o humor negro de “Stronger”. Mecanismo útil para aligeirar a ação, não surpreendendo a comédia afinada ao ser David Gordon Green o realizador. E se muitos consideraram que Adam McKay se reinventou com “A Queda de Wall Street”, Gordon Green faz aqui o mesmo, ele que foi o maestro de “Alta Pedrada” ou “A Desbunda”.

Íntimo e cru, “Stronger” desafia o seu protagonista com o facto de ser considerado um herói e um símbolo da cidade, quando este se sente tudo menos isso. E se acreditamos em tudo o que vemos no ecrã (bom trabalho de efeitos práticos e edição), quase tudo se deve ao excelente trabalho de dois atores e à química entre ambos: Jake Gyllenhaal e Tatiana Maslany. O filme é deles.

Não é por acaso que Gyllenhaal foi recentemente distinguido por “Stronger” na categoria de melhor ator nos Hollywood Film Awards. E é um dos fortes candidatos a surgir na lista final de cinco nomeados da Academia. Num papel exigente, físico e intenso, consegue transmitir o trauma, o desespero e a impotência de Bauman, e tem 3 ou 4 cenas difíceis de digerir. E capazes de desmanchar qualquer espectador.

No entanto, há química porque há Maslany. O que não surpreende, considerando o brutal talento da atriz canadiana, que depois de “Orphan Black” tem que continuar nas bocas do mundo. A relação de Jeff e Erin é a principal força de “Stronger”, e é refrescante ver Maslany a assumir uma personagem que não cai no lugar comum do braço direito que suporta tudo (Felicity Jones em “A Teoria de Tudo” ou Jennifer Connelly em “Uma Mente Brilhante”), contribuindo por isso com realismo. E embora seja menos certo – mas possível, e até ver justo – constar daqui a uns meses nas 5 nomeadas para melhor atriz secundária, o facto de Maslany estar tão bem ou melhor do que Gyllenhaal diz muito do seu papel.

É inevitável “Stronger – A Força de Viver” acabar por ser uma história de superação. Mas felizmente o filme tem nuances que o demarcam de outras jornadas capazes de nos inspirar e colocar tudo em perspetiva. Desde logo, a forma inteligente como aborda o stress pós-traumático de Jeff (o filme confia o suficiente no espectador para apresentar uma cena intensa num elevador, que só mais tarde é preenchida por sentido num tardio flashback). Depois, o quão difícil e asfixiante é ser centro de um mediatismo imposto. E finalmente a coragem para construir duas personagens capazes de transmitir os equilíbrios e desequilíbrios de uma relação, impedindo (e bem) o espectador de assumir um dos lados de forma permanente.

“Stronger” não tem medo. Abraça o conflito interno de Jeff e trabalha-o num triângulo com a família e com Erin. Reféns uns dos outros, gratos pela sobrevivência mas sujeitos a uma revolução conjunta. Não estará na lista dos melhores filmes deste ano. Mas Gyllenhaal e Maslany fazem valer o bilhete.

Juliana Maia | Novembro 19, 2017 | Artigos, Filmes, Notícias, Stronger, Tatiana Maslany | comentários

Tatiana Maslany e Sebastian Stan juntam-se a Nicole Kidman em “Destroyer”

Karyn Kusama irá realizar o filme de imagem moderna do crime de Los Angeles.

Tatiana Maslany e Sebastian Stan estão em negociações para se juntarem a Nicole Kidman em Destroyer.

Com base no guião original de Phil Hay e Matt Manfredi, o thriller moderno de crimes de Los Angeles será realizado por Karyn Kusama (The Invitation, Girlfight) e totalmente financiado pela 30WEST. Fred Berger (La La Land) da Automatik está a produzir ao lado de Hay e Manfredi, que também escreveu e produziu o Inviation de Kusama.

A Rocket Science está a lidar com as vendas internacionais, que começaram na AFM, onde a Bliss Media adquiriu os direitos de distribuição de Destroyer na China. ICM Partners e CAA representam os direitos norte-americanos do filme.

A história centra-se na detetive da LAPD, Erin Bell (Kidman), que, como uma jovem policial, foi colocada nem segredo com um gangue de culto no deserto da Califórnia com resultados trágicos. Quando o líder dessegangue reaparece muitos anos depois, ela deve seguir o seu caminho de volta pelos membros restantes e na sua própria história com eles para finalmente contar com os demónios que destruíram o seu passado.

Maslany ganhou um Emmy pelos seus papeis em Orphan Black da BBC America, que se envolveram até à sua 5º temporada. Mais recentemente ela estrelou ao lado de Jake Gyllenhaal na biopic Stronger, e também apareceu nos filmes The Other Half, Two Lovers and a Bear, Woman in Gold e The Vow. A atriz é representada pela ICM Partners e The Characters Talent Agency.

Fonte

Juliana Maia | Novembro 16, 2017 | Artigos, Filmes, Notícias, Tatiana Maslany | comentários

SAG-AFTRA Foundation Patron of the Artists Awards

Tatiana Maslany marcou presença este dia 9 de Novembro nos SAG-AFTRA Foundation Patron of the Artists Awards em Los Angeles.

Juliana Maia | Novembro 11, 2017 | Entrevistas, Eventos, Fotos, Notícias, Tatiana Maslany, Vídeos | comentários

Tatiana Maslany nos Hollywood Film Awards

Tatiana Maslany compareceu no passado dia 5 de Novembro aos Hollywood Film Awards em Los Angeles.

Juliana Maia | Novembro 7, 2017 | Eventos, Fotos, Notícias, Tatiana Maslany, Vídeos | comentários

Tatiana Maslany no elenco do novo projeto de Ryan Murphy

O drama Pose do canal FX de 1980, de Ryan Murphy, está a completar o seu elenco.

Evan Peters, Kate Mara, James Van Der Beek e Tatiana Maslany juntaram-se ao piloto, de acordo com o que The Hollywood Reporter descobriu.

O projeto analisa a justaposição de vários segmentos da vida e da sociedade na década de 1980, na cidade de Nova York: o surgimento do universo luxuoso Trump-era, a cena social e literária do centro da cidade e o mundo da cultura da bola.

Peters e Mara, que trabalharam com Murphy em American Horror Story, interpretarão um casal de Nova Jersey chamado Stan e Patty, que são atraídos para o glamour e a intriga dos anos 80 em Nova York. Van Der Beek interpretará o chefe do chefe do presidente financeiro de Stan, e Tatiana Maslany interpretará uma professora de dança moderna que se especializa no talento de Damon (anteriormente anunciado como Ryan Jamaal Swain).

Murphy e FX fizeram história na quarta-feira quando foi anunciado que o piloto contará com cinco atores transgêneros em papéis regulares em série – um registo de TV com guião. Os lançamentos vieram depois de uma disputa nacional de seis meses para o projeto.

[…]

Se for escolhida para série completa, Pose seria o quarto projeto de Murphy no canal FX, juntando antologias de American Crime Story, American Horror Story e Feud.

[…]

Pose marcaria o primeiro papel de televisão de Tatiana Maslany desde que Orphan Black terminou a sua corrida depois de cinco temporadas em agosto. Ela ganhou um Emmy por melhor atriz num drama pelo seu trabalho na série da BBC America, e também recentemente estrelou no drama Stronger. Ela é representada por ICM e The Characters no Canadá.

Fonte

Juliana Maia | Outubro 27, 2017 | Artigos, Notícias, Tatiana Maslany | comentários

Bustle: “Tatiana Maslany quer que tu te esqueças que já a amas-te”

Leiam a tradução de uma recente entrevista da Tatiana Maslany onde a mesma fala sobre os seus recentes projetos, sendo um deles o filme Stronger.

Confiram ao clicar nas miniaturas em baixo fotos de uma recente sessão fotográfica para a Bustle.

Em setembro de 2016, Tatiana Maslany ganhou um Emmy. Para aqueles que não estão familiarizados com a atriz ou a série, Orphan Black, isto pode não parecer um momento particularmente grande. Mas para todos os que passaram os últimos anos a observar a atriz a entregrar-se a um trabalho suficientemente estelar que, muitas vezes, a marcou como “a melhor atriz na TV”, o Emmy sentiu-se como um símbolo: finalmente, finalmente, ela estava a receber o tipo de amor e o reconhecimento que os seus fãs sempre souberam que ela merecia. Talvez, depois dessa noite dos prémios, pensamos que todos perceberiam o desempenho da atriz e se atraíssem para filmes e programas de televisão simplesmente porque ela estava neles – excepto que não é realmente isso que Maslany quer.

“Conseguir fazer-te esquecer de que sou uma atriz… isso é o que procuro fazer”, diz ela, sentada no estúdio da Bustle em meados de setembro. Se a Maslany soa, bem, um pouco atormentada, não se surpreendam; embora não seja um segredo que ela tenha um lado cómico, como mostrado pela sua cena, em Parks & Rec e a sua amizade com pessoas engraçadas como Amy Schumer, a jovem de 32 anos geralmente tem o tipo de comportamento introspectivo sério que vai de mãos dadas com o espectáculo escuro de ficção científica que ela conhece mais.

Esta atitude é certamente adequada para o novo filme de Maslany, Stronger, um drama poderoso, muitas vezes doloroso sobre Jeff Bauman, o sobrevivente da Maratona de Boston que perdeu as duas pernas nos ataques terroristas de 2013. No filme, Maslany interpreta Erin Hurley, a namorada de Jeff, e a atriz fala sobre Erin como uma espécie de reverência silenciosa. Maslany sentiu uma “enorme responsabilidade” de interpretar Erin correctamente, ela diz; Assim que ela soube que ela obteve o papel, ela começou a correr, na esperança de se conectar com a sua personagem num nível mais profundo. Se o público que vê o filme sentir que o compromisso está fora das suas mãos, é claro, mas falando com a Maslany, tem a sensação de que, se pudesse contar a todos os telespectadores sobre o que ela aprendeu com a Erin e por que essa história é importante, ela faria. “Acho que nunca vou deixar este filme”, diz ela.

Na tarde em que falamos, Maslany estava vestida para uma sessão fotográfica – o seu cabelo é estilizado, a sua roupa é precisa e os seus ténis Nike estão numa bolsa à espera dela, depois que ela terminar as fotos com seus saltos impressionante mente altos. Eu entrevistei-a antes, então já sei o que é a personalidade da atriz (pelo menos com repórteres), mas isso não significa que a sua intensidade constante ainda não me tire do sério, pelo menos um pouco. Ela parece confortável em torno dos jornalistas – fazer imprensa durante cinco temporadas de Orphan Black provavelmente a treinou bem – mas esse lado cómico, essas risadas fáceis? Até que ela me contou uma história engraçada no final da nossa entrevista, envolvendo um encontro de hotel casual com agentes de Hollywood confusos e Schumer chamando a sua cachorra depois dela, isso não pode deixar de fazer com que todos nós agravemos, Maslany é toda a seriedade.

Pela sua atuação, pelo menos, isso é uma coisa boa. A fim de dar o tipo de performances tão grandes e tão profundas, que os fãs esquecem que eles estão a assistir a ela no ecrã, Maslany não pode mexer. O que ela quer, ela diz-me, é “onde o seu trabalho fala por si mesmo, e essas coisas dos prémios não importam – é mais sobre, ‘pá, esta pessoa levou-me num passeio e nem percebi que eles estavam a fazer isto comigo”. Mas, para a sua vida regular, essa intensidade age um pouco como uma parede, pelo menos do repórter para o assunto. Toda vez que faço uma pergunta, ela toma alguns momentos para pensar nas coisas, e então ela fornece uma resposta que, mesmo que natural, soa praticada e formal. Pode ver que ela está determinada a corrigir as coisas, mesmo que isso signifique que às vezes ela seja enigmática como alguns dos clones em Orphan Black.

Para alguns atores, esse Emmy e anos de avaliações brilhantes seriam suficientes para acalmar a sua ansiedade ou levá-los a se afrouxar na frente da imprensa; não é assim para Maslany, no entanto. Ela vai de mãos dadas com os seus sentimentos sobre o modo como as audiências a percebem no ecrã, ou melhor, da maneira que elas não percebem. Maslany, deixa claro, não quer que tu vás ao cinema ou assistas a programas de televisão para vê-la – se ela tivesse o seu caminho, tu provavelmente nem sequer notarias que ela estava a trabalhar até que os créditos rolassem. Durante a nossa conversa, ela aponta para a sua co-estrela no novo filme Stronger, Jake Gyllenhaal, cujo retrato de Jeff é impressionante mente convincente, como um exemplo. “Este compromisso com um personagem, e completamente acreditando que é ele… isso seria incrível”, diz Maslany.

Para aqueles de vocês que assistiram ao seu excelente trabalho em Orphan Black, pode parecer que ela já conseguiu exactamente isso. Afinal, as suas interpretações até quatro ou cinco clones diferentes num único episódio eram tão transformadoras que esquecer que era a Maslany a interpretar cada personagem se tornou uma brincadeira entre os fãs. Então, depois de cinco anos de ganhar cada aclamação imaginável, por que Maslany não poderia, apenas, fazer uma pausa?

Porque, como apenas uma tarde com Maslany deixa perfeitamente claro, “tirar uma pausa” simplesmente não está no seu ADN. Mesmo enquanto ela estava ocupada a trocar de clone depois de clone em Orphan Black, ela estava a estrelar em filmes como Woman in Gold, onde ela falava alemão como uma jovem Helen Mirren e The Other Half, que ganhava críticas pela sua interpretação de uma mulher bipolar. Mesmo agora, na sua vida pós-órfão, ela não está parada. Maslany tem Stronger e alguns outros filmes nas obras, bem como um filme indie que ela está a desenvolver com o seu parceiro, Tom Cullen.

Claramente, preguiçoso não está no vocabulário de Maslany, mesmo que a sua carga de trabalho constante signifique que ela está a tornar a sua vida mais difícil do que provavelmente deve ser. “Eu sou egoisticamente atraída para estes desafios”, ela explica. “Isto é para o que eu me inscrevo de uma maneira… nunca quis estar calma”. Mesmo com Orphan Black, Maslany diz que teve dificuldade em aceitar os elogios, porque ela estava sempre convencida de que poderia ter feito algo mais profundo, ou mais nítido, ou simplesmente melhor.

“Não acho que o barulho de Orphan Black ou qualquer um desses está de alguma forma conectado ao que fazemos diariamente, que é sempre cheio de medo e sempre cheio de dúvidas e contradições”, ela diz. “Não quero comprar-me no barulho, porque conheço-me a mim mesma e vou sempre pensar, ‘ok, sim, mas isto é um truque, ou isso é algo em que me poderia ter aprofundado’. É uma coisa em constante evolução – nunca sinto ‘oh sim, agora estou num nível que é diferente de onde estava antes”.

Stronger é o maior filme de que o atriz já fez parte, até à data, e chegar a estrelar junto com veteranos como Gyllenhaal e Miranda Richardson era território “inexplorado” para ela. Maslany pode ter enfrentado o desafio – mas mesmo para ela, a combinação de interpretar uma pessoa real que muitas vezes veio a definir e cujas opiniões ela valorizou e de estrelar o filme ao lado de atores altamente respeitados foi impressionante.

“Pisar no set com Jake e David [Gordon Green, o diretor] e Miranda, eu era uma novato de novo”, diz ela. “E fiquei, ‘oh sh*t, OK, este é o nível. Eu tive grandes dúvidas sobre isso.”

Maslany admite que sabia pouco sobre a história de Jeff e Erin antes de entrar no filme e os detalhes da sua jornada – o seu compromisso mútuo durante a recuperação de Jeff, as suas lutas com a percepção da media sobre a sua relação e a fama indesejada que os ferimentos de Jeff trouxeram – ficou com ela muito depois de terminar as filmagens. O mesmo pode ser dito para Orphan Black. Falando sobre a série, que chegou ao fim em agosto passado, Maslany não pode deixar de ser poética. “Olhar para trás agora, a quantidade de papéis que pude desempenhar em comparação com o impacto que certos papéis tinham sobre as pessoas”, ela me diz. “Em termos da ressonância de Cosima com a comunidade LGBTQ, jovens mulheres e homens, as pessoas viram-se representadas… isso para mim, penso eu, é o legado”.

“O espetáculo mostra luz sobre as pessoas que nem necessariamente sempre têm voz e lhes dão uma voz complexa e defeituosa e humana”, continua ela. “Especialmente as mulheres jovens, que são lançadas umas contra as outras e feitas para competir pelos pequenos espaços que podemos enfrentar”.

Embora o final de Orphan Black tenha chegado como um choque para os fãs, Maslany vem processando o fim da série há anos. Um favorito crítico, mas não exatamente um sucesso, Orphan Black passou cinco temporadas como uma série cujo futuro as suas estrelas e criadores nunca poderiam dar por certo. No entanto, para a atriz, essa constante imprevisibilidade não era um problema; de fato, sem surpresa, ela a alimenta. “Nunca soube o que estava a passar pelo cano – nunca soube o que seria o próximo”, diz ela. “E amo isso. Gosto de ser surpreendida e ver algo e dizer, ‘oh Deus, quero isso tão mal’ ‘. E, em seguida, lutar por isso, de alguma forma”.

Neste momento, o futuro de Maslany é bastante seguro. Há um trabalho como produtora, do qual ela está claramente entusiasmada; Embora tenha sido uma produtora no passado, nas últimas temporadas de Orphan Black e The Other Half, este novo filme lhe dará mais controle do que nunca. “É bom ter um pouco a dizer no desenvolvimento de algo, para contar a história sobre a qual estamos entusiasmados”, diz ela com evidente felicidade.

E há todos os outros filmes à frente dela, um sobre o qual ela já se inscreveu e aqueles que inevitavelmente virão a caminho em breve. Maslany pode não querer que ninguém pense nela quando eles assistem aos seus filmes, mas será difícil não pensar, com tantas oportunidades a descer a linha. Mas se alguém está disposto a provar as pessoas erradas e assumir este tipo de desafio, é Maslany – afinal, ela conseguiu uma e outra vez ganhar o nosso amor, mesmo que desapareça bem na nossa frente.

Fonte

Juliana Maia | Outubro 4, 2017 | Artigos, Entrevistas, Notícias, Orphan Black, Stronger, Tatiana Maslany | comentários

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Magazine HD: “Stronger – A Força de Viver, em análise”

Leiam em baixo as partes referentes à interpretação da Tatiana Maslany em Stronger presentes no artigo publicado pela Magazine HD:

“Stronger – A Força de Viver” é uma história de superação que foge ao oscar bait através de nuances que o tornam cru, íntimo e familiar. Jake Gyllenhaal e Tatiana Maslany: o filme é deles.

“Stronger” utiliza o atentado como inciting incident, e entrega-se por completo a um só sobrevivente. A história da recuperação de Jeff Bauman (Jake Gyllenhaal), herói e símbolo de esperança para a cidade de Boston.

Um dos pontos positivos de “Stronger” é a capacidade de fugir à tentação de ser um oscar bait. Embora preserve aqui e ali traços de história inspiradora e patriótica, com bandeiras ondulantes e estádios emocionados, o filme é menos tudo isso, e mais a exploração realista e humana dos desafios do dia-a-dia. É, aliás, mais forçado quando se assume como mais macro, de grande escala (evento), emocionando quando tudo é tangível. Próximo. Familiar.

Ponto de partida. Jeff Bauman (Gyllenhaal) vive com a sua mãe alcoólica (Miranda Richardson) num apartamento pequeno e coleciona inícios e fins de relação com a ex-namorada Erin (Tatiana Maslany), frustrada com a sua falta de compromisso e farta que Jeff “nunca saia de casa e nunca apareça”. E Jeff aparece. No dia errado, no sítio errado e à hora errada, para dar apoio a Erin na maratona de Boston. Era uma vez umas pernas.

Esta tirada insensível combina, porém, com o humor negro de “Stronger”. Mecanismo útil para aligeirar a ação, não surpreendendo a comédia afinada ao ser David Gordon Green o realizador. E se muitos consideraram que Adam McKay se reinventou com “A Queda de Wall Street”, Gordon Green faz aqui o mesmo, ele que foi o maestro de “Alta Pedrada” ou “A Desbunda”.

Íntimo e cru, “Stronger” desafia o seu protagonista com o facto de ser considerado um herói e um símbolo da cidade, quando este se sente tudo menos isso. E se acreditamos em tudo o que vemos no ecrã (bom trabalho de efeitos práticos e edição), quase tudo se deve ao excelente trabalho de dois atores e à química entre ambos: Jake Gyllenhaal e Tatiana Maslany. O filme é deles.

Não é por acaso que Gyllenhaal foi recentemente distinguido por “Stronger” na categoria de melhor ator nos Hollywood Film Awards. E é um dos fortes candidatos a surgir na lista final de cinco nomeados da Academia. Num papel exigente, físico e intenso, consegue transmitir o trauma, o desespero e a impotência de Bauman, e tem 3 ou 4 cenas difíceis de digerir. E capazes de desmanchar qualquer espectador.

No entanto, há química porque há Maslany. O que não surpreende, considerando o brutal talento da atriz canadiana, que depois de “Orphan Black” tem que continuar nas bocas do mundo. A relação de Jeff e Erin é a principal força de “Stronger”, e é refrescante ver Maslany a assumir uma personagem que não cai no lugar comum do braço direito que suporta tudo (Felicity Jones em “A Teoria de Tudo” ou Jennifer Connelly em “Uma Mente Brilhante”), contribuindo por isso com realismo. E embora seja menos certo – mas possível, e até ver justo – constar daqui a uns meses nas 5 nomeadas para melhor atriz secundária, o facto de Maslany estar tão bem ou melhor do que Gyllenhaal diz muito do seu papel.

É inevitável “Stronger – A Força de Viver” acabar por ser uma história de superação. Mas felizmente o filme tem nuances que o demarcam de outras jornadas capazes de nos inspirar e colocar tudo em perspetiva. Desde logo, a forma inteligente como aborda o stress pós-traumático de Jeff (o filme confia o suficiente no espectador para apresentar uma cena intensa num elevador, que só mais tarde é preenchida por sentido num tardio flashback). Depois, o quão difícil e asfixiante é ser centro de um mediatismo imposto. E finalmente a coragem para construir duas personagens capazes de transmitir os equilíbrios e desequilíbrios de uma relação, impedindo (e bem) o espectador de assumir um dos lados de forma permanente.

“Stronger” não tem medo. Abraça o conflito interno de Jeff e trabalha-o num triângulo com a família e com Erin. Reféns uns dos outros, gratos pela sobrevivência mas sujeitos a uma revolução conjunta. Não estará na lista dos melhores filmes deste ano. Mas Gyllenhaal e Maslany fazem valer o bilhete.

Juliana Maia | Novembro 19, 2017 | Artigos, Filmes, Notícias, Stronger, Tatiana Maslany | comentários

Tatiana Maslany e Sebastian Stan juntam-se a Nicole Kidman em “Destroyer”

Karyn Kusama irá realizar o filme de imagem moderna do crime de Los Angeles.

Tatiana Maslany e Sebastian Stan estão em negociações para se juntarem a Nicole Kidman em Destroyer.

Com base no guião original de Phil Hay e Matt Manfredi, o thriller moderno de crimes de Los Angeles será realizado por Karyn Kusama (The Invitation, Girlfight) e totalmente financiado pela 30WEST. Fred Berger (La La Land) da Automatik está a produzir ao lado de Hay e Manfredi, que também escreveu e produziu o Inviation de Kusama.

A Rocket Science está a lidar com as vendas internacionais, que começaram na AFM, onde a Bliss Media adquiriu os direitos de distribuição de Destroyer na China. ICM Partners e CAA representam os direitos norte-americanos do filme.

A história centra-se na detetive da LAPD, Erin Bell (Kidman), que, como uma jovem policial, foi colocada nem segredo com um gangue de culto no deserto da Califórnia com resultados trágicos. Quando o líder dessegangue reaparece muitos anos depois, ela deve seguir o seu caminho de volta pelos membros restantes e na sua própria história com eles para finalmente contar com os demónios que destruíram o seu passado.

Maslany ganhou um Emmy pelos seus papeis em Orphan Black da BBC America, que se envolveram até à sua 5º temporada. Mais recentemente ela estrelou ao lado de Jake Gyllenhaal na biopic Stronger, e também apareceu nos filmes The Other Half, Two Lovers and a Bear, Woman in Gold e The Vow. A atriz é representada pela ICM Partners e The Characters Talent Agency.

Fonte

Juliana Maia | Novembro 16, 2017 | Artigos, Filmes, Notícias, Tatiana Maslany | comentários

SAG-AFTRA Foundation Patron of the Artists Awards

Tatiana Maslany marcou presença este dia 9 de Novembro nos SAG-AFTRA Foundation Patron of the Artists Awards em Los Angeles.

Juliana Maia | Novembro 11, 2017 | Entrevistas, Eventos, Fotos, Notícias, Tatiana Maslany, Vídeos | comentários

Tatiana Maslany nos Hollywood Film Awards

Tatiana Maslany compareceu no passado dia 5 de Novembro aos Hollywood Film Awards em Los Angeles.

Juliana Maia | Novembro 7, 2017 | Eventos, Fotos, Notícias, Tatiana Maslany, Vídeos | comentários

Tatiana Maslany no elenco do novo projeto de Ryan Murphy

O drama Pose do canal FX de 1980, de Ryan Murphy, está a completar o seu elenco.

Evan Peters, Kate Mara, James Van Der Beek e Tatiana Maslany juntaram-se ao piloto, de acordo com o que The Hollywood Reporter descobriu.

O projeto analisa a justaposição de vários segmentos da vida e da sociedade na década de 1980, na cidade de Nova York: o surgimento do universo luxuoso Trump-era, a cena social e literária do centro da cidade e o mundo da cultura da bola.

Peters e Mara, que trabalharam com Murphy em American Horror Story, interpretarão um casal de Nova Jersey chamado Stan e Patty, que são atraídos para o glamour e a intriga dos anos 80 em Nova York. Van Der Beek interpretará o chefe do chefe do presidente financeiro de Stan, e Tatiana Maslany interpretará uma professora de dança moderna que se especializa no talento de Damon (anteriormente anunciado como Ryan Jamaal Swain).

Murphy e FX fizeram história na quarta-feira quando foi anunciado que o piloto contará com cinco atores transgêneros em papéis regulares em série – um registo de TV com guião. Os lançamentos vieram depois de uma disputa nacional de seis meses para o projeto.

[…]

Se for escolhida para série completa, Pose seria o quarto projeto de Murphy no canal FX, juntando antologias de American Crime Story, American Horror Story e Feud.

[…]

Pose marcaria o primeiro papel de televisão de Tatiana Maslany desde que Orphan Black terminou a sua corrida depois de cinco temporadas em agosto. Ela ganhou um Emmy por melhor atriz num drama pelo seu trabalho na série da BBC America, e também recentemente estrelou no drama Stronger. Ela é representada por ICM e The Characters no Canadá.

Fonte

Juliana Maia | Outubro 27, 2017 | Artigos, Notícias, Tatiana Maslany | comentários

Bustle: “Tatiana Maslany quer que tu te esqueças que já a amas-te”

Leiam a tradução de uma recente entrevista da Tatiana Maslany onde a mesma fala sobre os seus recentes projetos, sendo um deles o filme Stronger.

Confiram ao clicar nas miniaturas em baixo fotos de uma recente sessão fotográfica para a Bustle.

Em setembro de 2016, Tatiana Maslany ganhou um Emmy. Para aqueles que não estão familiarizados com a atriz ou a série, Orphan Black, isto pode não parecer um momento particularmente grande. Mas para todos os que passaram os últimos anos a observar a atriz a entregrar-se a um trabalho suficientemente estelar que, muitas vezes, a marcou como “a melhor atriz na TV”, o Emmy sentiu-se como um símbolo: finalmente, finalmente, ela estava a receber o tipo de amor e o reconhecimento que os seus fãs sempre souberam que ela merecia. Talvez, depois dessa noite dos prémios, pensamos que todos perceberiam o desempenho da atriz e se atraíssem para filmes e programas de televisão simplesmente porque ela estava neles – excepto que não é realmente isso que Maslany quer.

“Conseguir fazer-te esquecer de que sou uma atriz… isso é o que procuro fazer”, diz ela, sentada no estúdio da Bustle em meados de setembro. Se a Maslany soa, bem, um pouco atormentada, não se surpreendam; embora não seja um segredo que ela tenha um lado cómico, como mostrado pela sua cena, em Parks & Rec e a sua amizade com pessoas engraçadas como Amy Schumer, a jovem de 32 anos geralmente tem o tipo de comportamento introspectivo sério que vai de mãos dadas com o espectáculo escuro de ficção científica que ela conhece mais.

Esta atitude é certamente adequada para o novo filme de Maslany, Stronger, um drama poderoso, muitas vezes doloroso sobre Jeff Bauman, o sobrevivente da Maratona de Boston que perdeu as duas pernas nos ataques terroristas de 2013. No filme, Maslany interpreta Erin Hurley, a namorada de Jeff, e a atriz fala sobre Erin como uma espécie de reverência silenciosa. Maslany sentiu uma “enorme responsabilidade” de interpretar Erin correctamente, ela diz; Assim que ela soube que ela obteve o papel, ela começou a correr, na esperança de se conectar com a sua personagem num nível mais profundo. Se o público que vê o filme sentir que o compromisso está fora das suas mãos, é claro, mas falando com a Maslany, tem a sensação de que, se pudesse contar a todos os telespectadores sobre o que ela aprendeu com a Erin e por que essa história é importante, ela faria. “Acho que nunca vou deixar este filme”, diz ela.

Na tarde em que falamos, Maslany estava vestida para uma sessão fotográfica – o seu cabelo é estilizado, a sua roupa é precisa e os seus ténis Nike estão numa bolsa à espera dela, depois que ela terminar as fotos com seus saltos impressionante mente altos. Eu entrevistei-a antes, então já sei o que é a personalidade da atriz (pelo menos com repórteres), mas isso não significa que a sua intensidade constante ainda não me tire do sério, pelo menos um pouco. Ela parece confortável em torno dos jornalistas – fazer imprensa durante cinco temporadas de Orphan Black provavelmente a treinou bem – mas esse lado cómico, essas risadas fáceis? Até que ela me contou uma história engraçada no final da nossa entrevista, envolvendo um encontro de hotel casual com agentes de Hollywood confusos e Schumer chamando a sua cachorra depois dela, isso não pode deixar de fazer com que todos nós agravemos, Maslany é toda a seriedade.

Pela sua atuação, pelo menos, isso é uma coisa boa. A fim de dar o tipo de performances tão grandes e tão profundas, que os fãs esquecem que eles estão a assistir a ela no ecrã, Maslany não pode mexer. O que ela quer, ela diz-me, é “onde o seu trabalho fala por si mesmo, e essas coisas dos prémios não importam – é mais sobre, ‘pá, esta pessoa levou-me num passeio e nem percebi que eles estavam a fazer isto comigo”. Mas, para a sua vida regular, essa intensidade age um pouco como uma parede, pelo menos do repórter para o assunto. Toda vez que faço uma pergunta, ela toma alguns momentos para pensar nas coisas, e então ela fornece uma resposta que, mesmo que natural, soa praticada e formal. Pode ver que ela está determinada a corrigir as coisas, mesmo que isso signifique que às vezes ela seja enigmática como alguns dos clones em Orphan Black.

Para alguns atores, esse Emmy e anos de avaliações brilhantes seriam suficientes para acalmar a sua ansiedade ou levá-los a se afrouxar na frente da imprensa; não é assim para Maslany, no entanto. Ela vai de mãos dadas com os seus sentimentos sobre o modo como as audiências a percebem no ecrã, ou melhor, da maneira que elas não percebem. Maslany, deixa claro, não quer que tu vás ao cinema ou assistas a programas de televisão para vê-la – se ela tivesse o seu caminho, tu provavelmente nem sequer notarias que ela estava a trabalhar até que os créditos rolassem. Durante a nossa conversa, ela aponta para a sua co-estrela no novo filme Stronger, Jake Gyllenhaal, cujo retrato de Jeff é impressionante mente convincente, como um exemplo. “Este compromisso com um personagem, e completamente acreditando que é ele… isso seria incrível”, diz Maslany.

Para aqueles de vocês que assistiram ao seu excelente trabalho em Orphan Black, pode parecer que ela já conseguiu exactamente isso. Afinal, as suas interpretações até quatro ou cinco clones diferentes num único episódio eram tão transformadoras que esquecer que era a Maslany a interpretar cada personagem se tornou uma brincadeira entre os fãs. Então, depois de cinco anos de ganhar cada aclamação imaginável, por que Maslany não poderia, apenas, fazer uma pausa?

Porque, como apenas uma tarde com Maslany deixa perfeitamente claro, “tirar uma pausa” simplesmente não está no seu ADN. Mesmo enquanto ela estava ocupada a trocar de clone depois de clone em Orphan Black, ela estava a estrelar em filmes como Woman in Gold, onde ela falava alemão como uma jovem Helen Mirren e The Other Half, que ganhava críticas pela sua interpretação de uma mulher bipolar. Mesmo agora, na sua vida pós-órfão, ela não está parada. Maslany tem Stronger e alguns outros filmes nas obras, bem como um filme indie que ela está a desenvolver com o seu parceiro, Tom Cullen.

Claramente, preguiçoso não está no vocabulário de Maslany, mesmo que a sua carga de trabalho constante signifique que ela está a tornar a sua vida mais difícil do que provavelmente deve ser. “Eu sou egoisticamente atraída para estes desafios”, ela explica. “Isto é para o que eu me inscrevo de uma maneira… nunca quis estar calma”. Mesmo com Orphan Black, Maslany diz que teve dificuldade em aceitar os elogios, porque ela estava sempre convencida de que poderia ter feito algo mais profundo, ou mais nítido, ou simplesmente melhor.

“Não acho que o barulho de Orphan Black ou qualquer um desses está de alguma forma conectado ao que fazemos diariamente, que é sempre cheio de medo e sempre cheio de dúvidas e contradições”, ela diz. “Não quero comprar-me no barulho, porque conheço-me a mim mesma e vou sempre pensar, ‘ok, sim, mas isto é um truque, ou isso é algo em que me poderia ter aprofundado’. É uma coisa em constante evolução – nunca sinto ‘oh sim, agora estou num nível que é diferente de onde estava antes”.

Stronger é o maior filme de que o atriz já fez parte, até à data, e chegar a estrelar junto com veteranos como Gyllenhaal e Miranda Richardson era território “inexplorado” para ela. Maslany pode ter enfrentado o desafio – mas mesmo para ela, a combinação de interpretar uma pessoa real que muitas vezes veio a definir e cujas opiniões ela valorizou e de estrelar o filme ao lado de atores altamente respeitados foi impressionante.

“Pisar no set com Jake e David [Gordon Green, o diretor] e Miranda, eu era uma novato de novo”, diz ela. “E fiquei, ‘oh sh*t, OK, este é o nível. Eu tive grandes dúvidas sobre isso.”

Maslany admite que sabia pouco sobre a história de Jeff e Erin antes de entrar no filme e os detalhes da sua jornada – o seu compromisso mútuo durante a recuperação de Jeff, as suas lutas com a percepção da media sobre a sua relação e a fama indesejada que os ferimentos de Jeff trouxeram – ficou com ela muito depois de terminar as filmagens. O mesmo pode ser dito para Orphan Black. Falando sobre a série, que chegou ao fim em agosto passado, Maslany não pode deixar de ser poética. “Olhar para trás agora, a quantidade de papéis que pude desempenhar em comparação com o impacto que certos papéis tinham sobre as pessoas”, ela me diz. “Em termos da ressonância de Cosima com a comunidade LGBTQ, jovens mulheres e homens, as pessoas viram-se representadas… isso para mim, penso eu, é o legado”.

“O espetáculo mostra luz sobre as pessoas que nem necessariamente sempre têm voz e lhes dão uma voz complexa e defeituosa e humana”, continua ela. “Especialmente as mulheres jovens, que são lançadas umas contra as outras e feitas para competir pelos pequenos espaços que podemos enfrentar”.

Embora o final de Orphan Black tenha chegado como um choque para os fãs, Maslany vem processando o fim da série há anos. Um favorito crítico, mas não exatamente um sucesso, Orphan Black passou cinco temporadas como uma série cujo futuro as suas estrelas e criadores nunca poderiam dar por certo. No entanto, para a atriz, essa constante imprevisibilidade não era um problema; de fato, sem surpresa, ela a alimenta. “Nunca soube o que estava a passar pelo cano – nunca soube o que seria o próximo”, diz ela. “E amo isso. Gosto de ser surpreendida e ver algo e dizer, ‘oh Deus, quero isso tão mal’ ‘. E, em seguida, lutar por isso, de alguma forma”.

Neste momento, o futuro de Maslany é bastante seguro. Há um trabalho como produtora, do qual ela está claramente entusiasmada; Embora tenha sido uma produtora no passado, nas últimas temporadas de Orphan Black e The Other Half, este novo filme lhe dará mais controle do que nunca. “É bom ter um pouco a dizer no desenvolvimento de algo, para contar a história sobre a qual estamos entusiasmados”, diz ela com evidente felicidade.

E há todos os outros filmes à frente dela, um sobre o qual ela já se inscreveu e aqueles que inevitavelmente virão a caminho em breve. Maslany pode não querer que ninguém pense nela quando eles assistem aos seus filmes, mas será difícil não pensar, com tantas oportunidades a descer a linha. Mas se alguém está disposto a provar as pessoas erradas e assumir este tipo de desafio, é Maslany – afinal, ela conseguiu uma e outra vez ganhar o nosso amor, mesmo que desapareça bem na nossa frente.

Fonte

Juliana Maia | Outubro 4, 2017 | Artigos, Entrevistas, Notícias, Orphan Black, Stronger, Tatiana Maslany | comentários

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